sábado, 23 de janeiro de 2016

CALENDÁRIO 2016 DA DTM

DTM temporada 2016 com rodadas duplas e etapa em Hungaroring.


  A grande novidade está no circuito palco da penúltima rodada dupla no próximo ano, Hungaroring.
Para a entrada da tradicionalíssima pista húngara já na parte derradeira do campeonato, um circuito alemão teve de ser tirado do programa. O circuito escolhido para ser sacado do calendário foi o de Oschersleben, que recebera a antepenúltima etapa de 2015.

Novamente, Hockenheim será o palco da abertura e do encerramento da temporada do DTM. A primeira prova do campeonato do ano que vem acontece no dia 7 de maio, enquanto a decisão ocorre em 15 e 16 de outubro. Agora, com o ingresso da Hungria, está ainda mais equilibrado o calendário com provas dentro e fora da Alemanha: serão cinco em terras germânicas e quatro no exterior, com Hungria, Áustria, Holanda e Rússia no trajeto.

Calendário 2016.

7 e 8/5          Hockenheim          Alemanha
21 e 22/5      Red Bull Ring        Áustria
4 e 5/6          Lausitzring          Alemanha
25 e 26/6      Norisring               Alemanha
16 e 17/7      Zandvoort             Holanda
20 e 21/8      Moscou                 Rússia
10 e 11/9      Nürburgring          Alemanha
24 e 25/9      Hungaroring         Hungria
15 e 16/10    Hockenheim         Alemanha

Fonte: GrandePremio.

PORSCHE 917 K


O PRIMEIRO A CONQUISTAR AS 24 HORAS DE LE MANS, 917 K.


     Em 1968, a porsche 917k surge, quando a FIA mudou o regulamento para impedir carros dominantes como ele mesmo se tornaria. O Ford GT40 e o Lola T70 tornaram-se tão dominantes nas provas de endurance do Grupo 4 (esportivos de 5 litros) que a FIA decidiu reduzir o número de homologação de 50 para 25 unidades, como forma de atrair mais construtores.
      A divisão de corridas da Porsche já havia construído 25 protótipos em 1965, e assim seria fácil para a marca disputar a principal categoria de Le Mans. Além disso, eles poderiam vender os carros para equipes independentes para ajudar a bancar o investimento. A apenas 10 meses do início da temporada eles começaram o desenvolvimento do carro partindo do 908 (abaixo).


       O baixo peso era a prioridade, por isso o chassi foi refeito em alumínio e pesava apenas 42 kg, bem mais leve — e mais fraco — que o do 908. Por esse motivo, para identificar quebras na estrutura, o chassi space frame foi preenchido com gás pressurizado. Outras soluções para reduzir o peso do carro incluíram um sistema de arrefecimento do óleo do motor que usava os tubos da estrutura do próprio carro para leva-lo até o radiador na dianteira, e a manopla do câmbio feita de madeira balsa, um tipo de madeira super leve usado em aeromodelos.
       O motor era um flat-12 de 4,5 litros arrefecido a ar (dizem até que a Volkswagen bancou a maior parte do desenvolvimento só para promover os motores “a ar”) derivado do oito-em-linha do 908 e, com aspiração natural, produzia nada menos que 580 cv. A traseira do 917 era destacável, permitindo às equipes escolher entre baixo arrasto ou mais downforce, e suspensão era do tipo duplo wishbone nas quatro rodas, e usava molas de titânio.

    Em apenas três semanas a Porsche conseguiu terminar os carros e apresentou os 25 exemplares alinhados em frente a fábrica. Como eles conseguiram isso? Alguns carros foram maquiados para parecer terminados: havia pinças de freio de madeira, peças coladas, motores sem miolo etc. Piëch até ofereceu um test drive aos fiscais da FIA, mas eles recusaram. Mesmo assim o jeitinho alemão funcionou e o 917 foi homologado.
    Contudo não significou que ele era um carro de corridas pronto para vencer. O comportamento dinâmico dele era desastroso e até mesmo os pilotos profissionais se recusavam a pilotar o carro.
 O piloto da fábrica, Brian Redman, lembra que era preciso usar toda a pista em alta velocidade. Alguns achavam que o motor era forte demais para o baixo peso do carro, afinal ele destracionava a 300 km/h.Os engenheiros descobriram mais tarde que a cauda longa do carro gerava sustentação positiva — o que afeta a estabilidade direcional do carro, deixando a traseira solta, como se quisesse passar a frente do carro — e retrabalharam a aerodinâmica do modelo para as retas mais longas da temporada, como em Spa, Monza e Le Mans.

     O 917 estreou em Le Mans em 1969, seu primeiro ano nas pistas, e foi o mais rápido nos treinos. Mas logo após largada, viriam as primeiras consequências da dinâmica desastrosa do carro somada à inexperiência de um dos pilotos: o britânico John Woolfe bateu seu 917 na Maison Blanche, logo na primeira volta, e morreu no acidente. Ele estava sem cinto de segurança devido à clássica largada de Le Mans, na qual os pilotos correm até os carros e dão a partida. Por esse motivo esse tipo de largada foi proibido pela FIA.
      O destino do 917 mudaria no ano seguinte. Decepcionada com o desempenho do carro em 1969, a Porsche se aliou à equipe JWA Gulf, que se tornou a equipe oficial da fábrica e parceira de desenvolvimento técnico. Durante os primeiros testes no autódromo hoje conhecido como Red Bull Ring, na Áustria, os pilotos da fábrica notaram que o carro continuava com o comportamento instável.

Então o engenheiro-chefe da equipe, John Horsman, notou um fato curioso: o carro estava coberto de insetos esmagados que revelavam o fluxo de ar sobre a carroceria, e não havia bichinhos esmagados na cauda. Isso significava que não havia fluxo aerodinâmico ali, resultando na sustentação aerodinâmica que abalava a estabilidade do carro. Na época a downforce ainda não era plenamente compreendida, mas o descolamento da camada aerodinâmica naquela parte da carroceria significava alguma coisa importante, sem dúvida.

Então Horsman pegou umas folhas de alumínio fez uma traseira mais curta para o carro. Os pilotos conseguiram resultados muito melhores nos testes e a nova traseira foi adotada pela equipe, dando origem ao 917 K — a letra “K” significa Kurzheck, ou “cauda curta” em alemão.

Foi com essa modificação que a Porsche chegou a Mans em 1970. Apesar da parceria oficial com a Gulf, a equipe Porsche de fato era a Porsche Salzburg, que era controlada por membros da família Porsche e por isso também correu com apoio oficial da fábrica. Além das duas, a Porsche também apoiou a Martini Racing apostando em várias frentes para ganhar a corrida.

Como se não bastasse ter três equipes, a Porsche também desenvolveu uma versão de baixo arrasto aerodinâmico, a 917 LH — ou “Lang Heck” (cauda longa em alemão) e usou o novo motor 4.9 em quatro carros.


Fonte: Este post foi originalmente publicado em 9 de junho de 2014, e foi reeditado com novas informações e conteúdo de mídia para a série “Lendas de Le Mans”.

Fonte: FlatOut.


segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

CALENDÁRIO DA MOTO GP 2016...provisório

                   

CALENDÁRIO DA MOTO GP  2016




 A promotora do Mundial de Motovelocidade, divulgou o calendário provisório da temporada 2016. Como era esperado, o programa não traz grandes alterações em relação ao que foi feito no ano passado, mas confirma a introdução de uma etapa na Áustria e a saída de Indianápolis.

Seguindo a tradição, o GP do Catar abre a temporada em 20 de março com sua prova noturna. Na sequência, o Mundial vai para a Argentina na primeira semana de abril, seguindo imediatamente para Austin.
Diretor-executivo da Dorna, Carmelo Ezpeleta afirmou que é hora de uma pausa no relacionamento com Indianápolis, mas garantiu que a porta não está fechada para o futuro.

“Levar a MotoGP para Indianápolis foi uma experiência tremendamente recompensadora”, disse Carmelo. “A pista histórica, o profissionalismo e a calorosa recepção da comunidade produziram um evento anual que era aproveitado por todos. Embora as duas partes reconheçam que é hora de uma pausa nesta relação, a porta não está fechada para colaborações futuras caso as circunstâncias mudem”, completou.

Os torcedores que já adquiriram ingressos para o GP de Indianápolis de 2016 serão completamente reembolsados.

MotoGP, Calendário provisório de 2016:

 Prova               Data           GP                          Circuito
1                      20/03           Qatar                      Circuito Internacional de Losail
2                      03/04           Argentina               Termas de Río Hondo
3                      10/04 América                 Circuito das Américas
4                      24/04 Espanha                 Jerez de la Frontera
5                      08/05           França                    Le Mans
6                      22/05 Itália                      Mugello
7                      05/06           Catalunha              Circuito de Barcelona-Catalunha
8                      26/06           Holanda                 TT Assen
9                      10/07           Alemanha              Sachsenring
10                    17/07           Inglaterra               Silverstone
11                    14/08           Áustria                   Red Bull Ring
12                    21/08 República Checa    Brno
13                    11/09 São Marino            Misano
14                    25/09 Aragão                   MotorLand Aragón
15                    09/10 Malásia                  Circuito Internacional de Sepang
16                    16/10 Japão                      Twin Ring Motegi
17                    23/10 Austrália   Phillip Island
18                    06/11 Valência   Comunidade Valenciana - Ricardo To


Fonte: Grandeprêmio

 24 HORAS DE DUBAI






   A Belgian Audi Club WRT, uma das equipes oficiais nas corridas internacionais de GT, conquistou a primeira vitória do ano com o Audi R8 LMS. Durante várias horas, a equipa belga lutou pela vitória com a Land Motosport, até os alemães terem uma avaria na caixa do seu Audi. Assim, Laurens Vanthoor, Alain Ferté, Stuart Leonard e Michael Meadows. Foi a primeira vitória da Audi na prova árabe e, apesar da sua longa carreira, a primeira vitória de Ferté numa corrida de 24 horas.

O segundo lugar foi para o Mercedes SLS da Black Falcon, um carro de reserva que foi inscrito depois do outro SLS (terceiro na estratégia da equipe) se incendiar nos treinos livres. Partindo do final do grid, este carro, que já venceu as 24 Horas duas vezes, não teve problemas e foi recuperando terreno.
 A meio da corrida estava em quarto a lutar pelo terceiro posto, e ficou com o segundo garantindo a 25 minutos do fim, com um princípio de incêndio do motor a tirar o Lamborghini da Konrad Motorsport de ação. Assim o Audi da C.Abt, que liderou no início da corrida, herdou o terceiro lugar, seguido do Mercedes da Hofor, vencedor da divisão Amadora.


Fonte: autosport

domingo, 17 de janeiro de 2016

FÓRMULA 1: CALENDÁRIO 2016

Fórmula 1: calendário 2016





A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) anunciou uma nova versão do calendário 2016 da Fórmula 1, divulgado pela primeira vez em julho. A grande mudança fica por conta da antecipação da corrida de abertura. Antes marcado para o dia 3 de abril, o Grande Prêmio da Austrália abrirá a temporada no dia 20 de março. As alterações foram divulgadas nesta quarta-feira, após reunião do Conselho Mundial de Esporte a Motor, em Paris, França.

Assim como em 2015, o GP do Brasil será a penúltima etapa do Mundial de Fórmula 1. A data estipulada para a realização da corrida brasileira em 2016 é o dia 13 de novembro,  no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.

 FIA determinou uma mudança no escapamento dos carros para aumentar o barulho dos motores na próxima temporada. Na reunião realizada em Paris, ficou acertado que os carros terão um cano de escapamento à parte pelo qual passarão apenas gases da válvula de descarga, sem aumento de potência nem de poluição.

                    Confira o calendário da temporada 2016:

20 de março - Austrália
03 de abril - Bahrein 
17 de abril - China
01 de maio - Rússia
15 de maio - Espanha
29 de maio - Mônaco
12 de junho - Canadá
19 de junho - Europa (Baku)
03 de julho - Áustria
10 de julho - Grã-Bretanha
24 de julho - Hungria
31 de julho - Alemanha
28 de agosto - Bélgica
04 de setembro - Itália
18 de setembro - Cingapura
2 de outubro - Malásia
09 de outubro - Japão
23 de outubro - EUA
06 de novembro - México
13 de novembro - Brasil
27 de novembro - Abu Dhabi

Fonte; GloboEsporte.com

FÓRMULA - E






                                                                                                                                                                           A FIA revelou um calendário atualizado da Fórmula E para a segunda temporada do campeonato.
Tendo sido anteriormente listada sem uma data, a etapa final de Battersea Park agora será em 02 e 03 de julho, evitando assim um confronto com o GP da Inglaterra de Fórmula 1, que foi adiado para 10 de julho.
Além desta mudança, há apenas duas pequenas alterações, com a data de 12 de março a ser confirmada, cotada para ser na Cidade do México, e a rodada de Paris agora mantendo uma opção para 23 ou 24 de abril.

                 Calendário atualizado da Fórmula E para 2015/2016:

24 de outubro – China (Pequim)
07 de novembro – Malásia (Putrajaya)
19 de dezembro – Uruguai (Punta del Este)
06 de fevereiro de 2016 – Argentina (Buenos Aires)
12 de março – A ser confirmado
02 de abril – Estados Unidos (Long Beach)
23 ou 24 de abril – França (Paris)
21 de maio – Alemanha (Berlim)
04 de junho – Rússia (Moscou)
02 e 03 de julho – Reino Unido (Londres) *este evento com rodada dupla.

Fonte; auto racing

RALLY DAKAR 2015




                             


   
       Depois de mais de 9 mil km — sendo cerca de 4.500 km de trecho cronometrado —, a edição 2015 do Rali Dakar chegou ao fim neste sábado (17), com uma especial entre Rosário e Buenos Aires, na Argentina.
   
Nas motos, Marc Coma chegou ao pentacampeonato e agora está empatado com Cyril Despres e Cyril Neveu em número de conquistas. Na história do Dakar, um único piloto somou mais títulos nas motos do que os franceses e o catalão: Stéphane Peterhansel, que tem seis.

Na disputa entre os carros, o título ficou com Nasser Al-Attiyah. O príncipe do Catar venceu cinco dos 13 estágios desta edição e faturou o bicampeonato

Entre os quadriciclos, Rafal Sonik encerrou o domínio sul-americano na categoria e ficou com o título de 2015

Nos caminhões, a Kamaz dominou a prova e nem mesmo o crescimento dos pilotos holandeses na reta final da disputa foi capaz de impedir o triunfo de Airat Mardeev.


Fonte: Grande prêmio.