quarta-feira, 26 de abril de 2017

CAMARO EXORCIST X DODGE DEMON...


 The Exorcist: um Camaro com mais de 1.000 cv!

    Batizado como The Exorcist (O Exorcista), o cupê ganhou uma série de modificações no motor V8 LT4 de 6,2 litros, com 649 cv, 88,5 mkgf e sofisticações dinâmicas como a suspensão com ajuste magnético, o Camaro ZL1 já é considerado o ápice da linhagem do esportivo GM. Mas a preparadora texana Hennessey sempre quer um pouco mais, o supercharger e o intercooler, por exemplo, tiveram fluxo de ar aumentado e agora são capazes de gerar 14 psi de pressão.
Cabeçotes, cilindros, virabrequim, coletores e central eletrônica também foram modificados. O resultado é uma potência de 1.000 hp (ou 1.013 cavalos) a 6.400 rpm e torque de inacreditáveis 133,5 mkgf a 4.400 rpm, disponíveis tanto para a configuração com câmbio manual de seis marchas como a automática de dez.
A promessa é acelerar de 0 a 100 km/h em cerca de três segundos, mantendo a habilidade do ZL1 em fazer curvas como nenhum outro esportivo americano antes.


  O preço da conversão (sem contar o carro, mas incluindo as modificações visuais) assusta até nós, brasileiros: 55 mil dólares, com garantia de 2 anos ou 24.000 milhas percorridas. Quem tiver um ZL1 automático ainda terá que desembolsar US$ 9.950 para que o conjunto de transmissão suporte tanta força.


    Por US$ 6.995, você leva um jogo de rodas aro 20 da Hennessey vestidas com pneus Michelin Pilot Sport Cup 2. E por US$ 8.995 vem o pacote Drag Pack, com pneus traseiros especiais para arrancadas na medida 315/30 R20.

Os clientes – apenas 100 por ano – poderão receber seus Exorcist na pista de arrancada da própria Hennessey, a uma hora de Houston, no Texas, aproveitando para experimentar em primeira mão os novos brinquedos.






      Veja a baixo o vídeo do camaro exorcist:



DODGE CHALLENGER SRT DEMON 


   Depois de meses e meses de expectativa - e teasers - finalmente, a Dodge revelou o novo Challenger SRT Demon, sem valor estimado, um dos muscle car mais potente já produzido no mundo. Em um show cheio de pirotecnia, os músculos do novo esportivo foram apresentados por ninguém menos do que Vin Diesel, astro da franquia Velozes e Fuirosos. Mas nem mesmo ele, ofuscou o Demon.


   A começar pelo seu motor: um 6.2 V8 HEMI  produz nada menos do que 852 cv de potência e absurdos 106,4 kgfm de torque. São números bem mais impressionantes que os alcançados pelo Challenger Hellcat, considerado até então o carro de produção mais potente já produzido pela marca, com 717 cv de potência e  89 kgfm de torque. Ambos usam o mesmo V8, mas para equipar o Demon, o propulsor não foi apenas recalibrado. Para alimentar o "demônio", o motor ganhou mais de 25 novos componentes, entre pistões, válvulas, além de um novo sistema de injeção de combustível e um compressor mecânico mais poderoso. Tudo para aguentar uma maior compressão nos cilindros e mais pressão na hora da explosão. É claro que todo esse calor precisou de um sistema de refrigeração mais robusto. O curiso é que o Demon até usa o próprio sistema de ar-condicionado para resfriar o motor.

   O Demon é o primeiro carro de produção a poder escolher o que vai beber: gasolina premium ou gasolina de alta octanagem, específica para carro de competição. Para aguentar toda essa força bruta, além de investir em uma transmissão parruda, um novo sistema de suspensão e eixo reforçado, a Dodge lançou mão de toda a ajuda que a eletrônica poderia dar para tornar o Demon passível de ser controlado.
  As rodas de liga leve de 18 polegadas e parrudos pneus Nitto NT05R, de 315/40. Esse tipo de pneu garante maior aderência e aguenta o alto giro do motor nas arrancadas. Com todo esse conjunto, ele rápido: pode acelerar de zero a 100 km/h em 2,3 segundos, segundo a Dodge. Desempenho que o coloca entre os carros mais rápidos do mundo.





  Parece que o Dodge Challenger SRT Demon de 852 cv não é suficiente para a Hennessey Performance. Depois de anunciar o “Camaro Exorcista”, a empresa especializada em modificar esportivos decidiu lançar um Dodge Demon com nada menos do que 1.500 cv.


   Além da potência extra, o modelo terá uma gaiola de proteção e paraquedas para disputar provas de arrancada. Diferente da versão tradicional, que tem o slogan: “um carro de arrancada para as ruas”, o modelo da Hennessey será criado para as pistas.
    A Hennessey ainda não divulgou mais informações sobre o modelo e nem quanto ele irá custar. Mas basta ver as informações do Dodge Challenger SRT Demon para imaginar como ele será. O modelo da Dodge lançado no começo de abril é considerado o carro de produção mais rápido do mundo. O motor é um 6.2 V8 HEMI que produz 852 cv de potência e absurdos 106,4 kgfm de torque. O 0 a 100 km/h é feito em 2,3 segundos.

Acompanhe a baixo o vídeo do dodge demon:



Fonte: 4rodas/revistaautoesporte.

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

CALENDÁRIO DA MOTO GP 2017.


CALENDÁRIO DA MOTO GP 2017.




   A MotoGP divulgou o calendário provisório da temporada 2017, que quase não muda em relação ao que está em prática ano anterior, e mantém as 18 etapas de 2016. A única alteração é no intervalo entre a etapa de Austin, nos EUA, e Termas de Rio Hondo, na Argentina. Como os times enfrentaram problemas pelo curto tempo para deslocamento (uma semana), esse espaço será agora de duas semanas. Com isso, o intervalo entre as corridas de Mugello e Barcelona caiu de duas para uma semana.   

   Apesar da tentativa de incluir Indonésia e Tailândia no campeonato, nenhum dos projetos acabou saindo do papel. E apesar de poucas mudanças para 2017, o ano seguinte deverá ter a estreia do GP da Finlândia, no circuito de KymiRing.

Calendário provisório da MotoGP em 2017:

Março 26: GP do Qatar, Losail
Abril 9: GP da Argentina, Termas de Rio Hondo
Abril 23: GP of the Américas, Austin
Maio 7: GP da Espanha, Jerez de La Frontera
Maio 21: GP da França, Le Mans
Junho 4: GP da Itália, Mugello
Junho 11: GP da Catalunha, Barcelona
Junho 25: GP da Holanda, Assen
Julho 16: GP da Alemanha, Sachsenring
Agosto 6: GP da República Checa, Brno
Agosto 13: GP da Áustria, A1-Ring
Agosto 27: GP da Grã-Bretanha, Silverstone
Setembro 10: GP de San Marino, Misano
Setembro 24: GP de Aragon
Outubro 15: GP do Japão, Motegi
Outubro 22: GP da Austrália, Phillip Island
Outubro 29: GP da Malásia, Sepang
Novembro 12: GP de Valência

Fonte: sportv.com

CALENDÁRIO DA FÓRMULA 1 DE 2017.


CALENDÁRIO DA F1 2017.


      Os GPs do Canadá e da Alemanha também chegaram a constar com o status de sujeito a confirmação. Os canadenses continuaram no calendário, mas os alemães deixaram a programação, como antecipou Bernie Ecclestone.

Confira a programação da Fórmula 1 para 2017

1ª etapa - 26 de março - Austrália
2ª etapa - 9 de abril - China
3ª etapa - 16 de abril - Bahrein
4ª etapa - 30 de abril - Rússia
5ª etapa - 14 de maio - Espanha
6ª etapa - 28 de maio - Mônaco
7ª etapa - 11 de junho - Canadá
8ª etapa - 25 de junho - Azerbaijão
9ª etapa - 9 de julho - Áustria
10ª etapa - 16 de julho - Inglaterra
11ª etapa - 30 de julho - Hungria
12ª etapa - 27 de agosto - Bélgica
13ª etapa - 3 de setembro - Itália
14ª etapa - 17 de setembro - Cingapura
15ª etapa - 1 de outubro - Malásia
16ª etapa - 8 de outubro - Japão
17ª etapa - 22 de outubro - EUA
18ª etapa - 29 de outubro - México
19ª etapa - 12 de novembro - Brasil
20ª etapa - 26 de novembro - Abu Dhabi

   Caso as três provas sejam confirmadas, o campeonato terá 21 etapas, mesmo número deste ano, igualando o recorde de temporada com maior quantidade de corridas. A abertura, como já é tradição, será com o GP da Austrália, em Melbourne. Dessa vez, porém, mais tardiamente do que o normal, no último domingo de março. A temporada está marcada para terminar dia 26 de novembro, em Abu Dhabi, como acontece desde 2014. O GP do Brasil, que foi palco do encerramento do campeonato durante vários anos, sediará a penúltima etapa novamente, caso seja confirmado.

Fonte: globoesporte.com

CALENDÁRIO DA FÓRMULA E 2017.


   CALENDÁRIO DA FÓRMULA  E 2017.


Confira o Calendário de 2016/2017 da Fórmula E:

09 de outubro de 2016 – Hong Kong *
12 de novembro de 2016 – Marrakech (Marrocos) *
18 de fevereiro de 2017  – Buenos Aires (Argentina)
01 de abril de 2017 – Cidade do México (México)
22 de abril de 2017 – A confirmar
13 de maio de 2017 – Monaco
20 de maio de 2017 – Paris (França)
10 de junho de 2017 – Berlim (Alemanha)
24 de junho de 2017 – A confirmar
01 de julho de 2017 – Bruxelas (Bélgica) *
15-16 julho de 2017 – Montreal (Canadá) *
29-30 julho de 2017 – Nova York (EUA) **

* Sujeito a homologação do circuito
** Sujeito a homologação do circuito e autorização administrativa final

  “A Fórmula E é tudo sobre mostrar corridas totalmente elétricas juntamente com as marcas mais emblemáticas do mundo – e o calendário para a próxima temporada certamente corresponde com as nossas ambições.


  É fantástico poder trazer a Fórmula E para novos mercados, mas o mais importante são os novos fãs. Vai ser ótimo terminar a terceira temporada em Nova York, enquanto se aguarda a aprovação de todas as partes interessadas. O crescimento e interesse no esporte aumentam desde o início, e tenho certeza de que a terceira temporada da Fórmula E será mais um espetáculo emocionante”, disse o CEO da Formula E, Alejandro Agag.

   Hong Kong, Marrakesh, Bruxelas, além de Montreal e Nova York que terão rodadas duplas, se juntam às já existentes Buenos Aires, Cidade do México, Mônaco, Paris e Berlim e 2 etapas ainda serão anunciadas.

Fonte: blog linha de chegada.

CALENDÁRIO DA STOCK CAR 2017.


  CALENDÁRIO DA STOCK CAR 2017.


  A temporada terá início no dia 2 de abril, em Goiânia e encerramento no dia 10 de dezembro em Interlagos.
  Confira o calendário da Stock Car em 2017:1a Etapa: 02/04 - Goiânia.

2a Etapa: 23/04 - Velopark
3a Etapa: 21/05 - Santa Cruz do Sul
4a Etapa: 11/06 - Argentina/ a ser confirmado
5a Etapa: 09/07 - Londrina
6a Etapa: 23/07 - Curvelo/ a ser confirmado 
7a Etapa: 06/08 - Velo Citta
8a Etapa: 10/09 - Corrida do Milhão/ local a ser definido
9a Etapa: 01/10 - Tarumã
10a Etapa: 22/10 - Curitiba
11a Etapa: 26/11 - Brasília/ a ser confirmado
12a Etapa: 10/12 - Interlagos

  O calendário da Stock Car para 2017 está definido. A principal categoria do automobilismo nacional, que desde o ano passado também passou a ser Sul-Americana, terá duas importantes novidades para a próxima temporada. A primeira delas acontecerá no mês de junho, com o retorno da categoria à Argentina, após dez anos. A segunda será a estreia do Velo Citta, em Mogi Guaçu (SP), que receberá a principal categoria do automobilismo nacional no mês de agosto.

   O autódromo argentino que receberá a Stock Car ainda segue indefinido. "Foram longas conversas, iniciadas em janeiro de 2016, para enfim podermos anunciar nossas corridas na Argentina e também no Velo Citta", comentou Maurício Slaviero, diretor Geral da Vicar. "Ainda aguardamos alguns detalhes para definir em qual circuito argentino vamos correr", acrescentou o dirigente.

Fonte: stockcar. com

CALENDÁRIO DA INDYCAR 2017.



   CALENDÁRIO DA INDYCAR 2017.


  No total serão seis etapas disputadas em ovais, seis em circuitos permanentes e outros cinco em provas de rua. Pelo sexto ano consecutiva, a temporada começará nas ruas de St. Petersburg, na Flórida. A prova está marcada para o dia 12 de março. A última acontecerá em Sonoma, na Califórnia, em 17 de setembro.

  A etapa de Gateway será a antepenúltima do calendário e acontecerá em 26 de agosto. O circuito oval recebeu a Fórmula Indy inicialmente entre 1997 e 2003. No último ano da disputa, o pódio da prova foi todo brasileiro com Hélio Castroneves, da Penske, em primeiro lugar, seguido por Tony Kanaan e Gil de Ferran na terceira colocação.

Confira o calendário da Temporada 2017:

12 de março St Petersburg
09 de abril Long Beach
23 de abril Barber Motorsports Park
29 de abril Phoenix
13 de Maio Indianapolis
28 de maio Indianapolis 500
Junho 03-04 Detroit (rodada dupla)
10 de junho Texas
25 de junho Road America
09 de julho Iowa
16 de julho Toronto
30 de julho Mid-Ohio
20 de agosto Pocono
26 de agosto Gateway
03 de setembro Watkins Glen
17 de setembro Sonoma

Fonte: bloglinhadechegada.com

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

COMO FUNCIONAM OS CONTROLADORES DE VELOCIDADE



CONTROLADORES DE VELOCIDADE 


   Ele têm nomes diversos, dependendo do lugar: pardal, radar, caetano, caça-níqueis e afins. Mas a verdade é que muita gente chama os fiscalizadores de velocidade de radares de uma forma indiscriminada. Radares são só os sistemas móveis, como as pistolas e os equipamentos colocados em tripés à beira da pista ou nas viaturas. Os sistemas fixos não usam radar, e sim sensores eletromagnéticos instalados na pista.

Radares móveis

   Diferentemente do que muita gente imagina, “radar” também não é o nome do equipamento e sim da tecnologia que o aparelho usa. Radar é a sigla em inglês para “Radio Detection And Ranging”, algo como “detecção e variação (de distância) por rádio”.


   Os radares tipo pistola usam o efeito Doppler para fazer essa detecção – se você faltou nas aulas de física, o efeito Doppler é aquele  “deforma” as ondas emitidas ou refletidas por um corpo em movimento. Quando ele se aproxima do observador, a frequência aumenta, e quando ele se afasta, ela diminui.

Radares portáteis



   Para medir a velocidade usando o efeito Doppler, o radar tipo pistola usa um transmissor e um receptor de ondas de rádio. Ao ser acionado, ele emite o sinal em direção ao veículo. Ao “atingir” o carro, o sinal é refletido com frequência alterada e capturado pelo receptor da pistola. A partir desta diferença da frequência enviada para a frequência recebida é possível calcular a velocidade do carro. A pistola é equipada com um sensor fotográfico que é ativado de acordo com a programação da velocidade máxima. Caso a velocidade medida seja superior ao limite programado, a câmera é disparada e fotografa o infrator. Para funcionar corretamente, o radar tipo pistola precisa estar imóvel, ou medirá somente o diferencial de velocidade entre o aparelho e o objeto-alvo. Ele também só funciona se estiver apontado para o seu carro, ou seja: só monitora um carro por vez.



   Outro tipo de radar “móvel” é aquele montado em tripés, geralmente próximo à viatura policial ou no acostamento. Apesar de ter o mesmo nome, ele funciona com outro tipo de reflexão: o aparelho dispara uma micro-onda em um ângulo de 20 graus em direção ao solo. Quando um carro passa pela área coberta, o sinal é interrompido brevemente. Esse tempo de interrupção é usado pelo aparelho para calcular a velocidade. Tal como a pistola, se a velocidade medida for maior que o limite programado, a câmera integrada ao aparelho dispara automaticamente e saca uma foto do carro. Embora seja capaz de monitorar até três faixas de trânsito, ele só consegue fotografar um carro por vez.




  Agora, você deve ter ouvido falar de novos radares que conseguem medir a velocidade a até 2,5 km de distância. Esse equipamento não é exatamente um radar, e sim um LiDAR, que é um radar que usa sinais luminosos, e não de rádio. O funcionamento é praticamente o mesmo, substituindo ondas laser pelos sinais de rádio. O operador da pistola dispara o laser, que ativa um cronômetro. Quando o sinal é refletido pelo objeto e capturado pela pistola, ele desativa a contagem de tempo e calcula a variação de distância naquele intervalo de tempo, que é exatamente o conceito de velocidade.  A principal vantagem do LiDAR é que os sinais são emitidos com intervalos de 100 a 600 milissegundos, o que torna impossível driblar a detecção freando o carro, por exemplo.




Detectores fixos

   Já reparou que, perto de cada “pardal”, existem riscos no asfalto? Esses recortes são os locais onde os sensores são instalados. Há no mínimo dois, mas o padrão é haver três deles no piso. Os sensores produzem um campo eletromagnético contínuo que é afetado quando um carro passa por eles. 


   Ao passar pelo primeiro sensor, ele emite um sinal para um computador cuja programação é baseada na distância exata entre um sensor e os demais. Assim que as rodas passam pelo segundo sensor, o programa mede o tempo que o carro levou para ir de um sensor ao outro e com isso calcula a velocidade. O terceiro sensor serve para confirmar a medição inicial e, caso esteja acima do limite, também dispara a câmera integrada ao sistema. Ela fotografa o veículo e envia os à central de trânsito por meio de um modem celular. As imagens são criptografadas com data, hora, velocidade e local da infração.


   As lombadas eletrônicas funcionam da mesma forma, mas acrescentam ao sistema um painel numérico para exibir a velocidade do carro. Outro tipo de fiscalização baseado em eletro magnetismo são os sensores de avanço de sinal. Quando a luz vermelha está acesa, ela envia o sinal elétrico para criar o campo magnético. Se um carro interromper o sinal, a câmera dispara.



   Agora, se você já passou por uma lombada eletrônica e não teve sua velocidade registrada, isso provavelmente aconteceu por que a velocidade calculada pelos primeiros sensores foi diferente da velocidade calculada pelo último sensor — acontece quando você freia ou acelera entre os sensores. Também é por isso que, muitas vezes, quem freia logo em cima do radar consegue escapar do registro das infrações.


Fonte: flatout/quatrorodas.com

domingo, 16 de outubro de 2016

BMW NA FÓRMULA E


BMW E ANDRETTI TEAM


   O diretor da BMW Motorsport Jens Marquardt confirmou que a BMW irá juntar-se à Fórmula E na próxima temporada, com início marcado para este mês, outubro deste ano, e que  o fabricante está a trabalhar em conjunto com uma das atuais equipes que militam no campeonato.

   Embora Marquardt não tenha mencionado publicamente o nome da estrutura, vários rumores indicam que a marca da Baviera está em negociações com a Andretti Formula E Team. Espera-se ainda que a equipe norte-americana anuncie em breve o nome do português António Félix da Costa como colega do já confirmado Robin Frijns.


   “Estamos a trabalhar de forma muito próxima com uma das equipes na parte tecnológica e de engenharia. Mas nunca escondemos que ainda existem algumas coisas que têm realmente de melhorar e desenvolver-se. Penso que o campeonato caminha na direção correta”, afirmou, lembrando que o fato de os pilotos terem de trocar de carro ao longo da corrida continua a ser o calcanhar de Aquiles da competição:

  O fabricante de automóveis alemão fez o anúncio, como parte de uma maior reestruturação do seu programa de motorsports . A parceria terá a duração de duas temporadas, e no final do mesmo BMW diz que vai avaliar a possibilidade de executar plenamente a sua própria equipe na série de corridas de todo-elétrico. Até então, os engenheiros da BMW irá trabalhar com a equipe Andretti para recolher o máximo que puder sobre a nova série.



   BMW não é uma completamente nova presença na Fórmula E - a montadora já é o "parceiro veículo oficial" para a série. BMW i8 supercarro híbrido tem servido como o carro de segurança Fórmula E desde a primeira temporada, e sua i3 elétrico é também carro da mesma série. Mas como com muitos outros fabricantes de automóveis e veículos elétricos parecem ser uma parte grande da BMW, futuro , então se envolver com a Fórmula E em um nível mais técnico agora poderia beneficiar a empresa no longo prazo. E com a Fórmula E se expandindo para outras cidades ( como Nova York ), é uma oportunidade de crescimento promocional para esse lado do negócio, também.


   A fusão  com a Andretti,  será sobretudo uma parceria técnica que lhe permita expor a sua tecnologia e a divisão i da marca.

fonte: autosport/theverge.com

domingo, 9 de outubro de 2016

WEATHER TECH SPORTSCAR CHAMPIONSHIP


WEATHER TECH ... IMSA

   O Campeonato United SportsCar Championship  ocorre desde 2014, organizado pela International Motor Sports Association (IMSA), na América do Norte.  Surgiu a partir da fusão da American Le Mans Series e Grand-Am Rolex Sports Car Series, campeonatos que coexistiam desde 1999. Consiste na disputa entre protótipos e carros de grande porte.
Inicialmente foi denominado United Campeonato Sportscar. O evento é o maior deste modelo no continente americano, e inclui outros campeonatos endurance, como as 24 Horas de Daytona , as 12 Horas de Sebring e Petit Le Mans, por exemplo. De acordo com Rodrigo Mattar “Com a nova denominação, o WeatherTech SportsCar Championship (...) haverão 12 eventos e desta vez a categoria principal – a Prototype – terá menos corridas que as demais classes, Prototype Challenge, GTLM e GTD: dez contra onze das demais.”


   O principal tipo de protótipos desportivos, combina as classes LMP2 da ALMS e Daytona Prototypes da Série Rolex, enquanto que permite a participação DeltaWing . A classe Protótipo Desafio das ALMS continua independentemente. A classe GT da ALMS GT foi renomeado Le Mans, enquanto a classe GT Desafio das ALMS e GT e GX Series Rolex juntaram sob o nome GT Daytona.


   A única classe ausente é a LMP1, que já foi a principal classe dos ALMS. As 24 Horas de Le Mans e o Campeonato Mundial de Endurance, que mudou suas regras em 2014, para incentivar o desenvolvimento de tecnologias ambientalmente amigáveis, como híbridos combustíveis e alternativas, foi considerado demasiado caro para o torneio americano.            Ainda, os organizadores do campeonato buscaram um acordo com a Automobile Club de l'Ouest e da Federação Internacional de Automobilismo, responsável pelas 24 Horas de Le Mans e o Campeonato Mundial de Endurance, de forma que os protótipos do novo evento, pudessem competir na corrida através de um regulamento comum, em 2017.


ASPECTOS TÉCNICOS:

   Na parte mecânica, alguns dos parâmetros do motor são conhecidos. A meta de 600hp é o objetivo e representaria um aumento significativo de potencia.
Uma grande variedade de motores pode ser aceita, turbos, aspirados das mais diversas configurações. Com deslocamento de 535 milímetros (quatro cilindros) a 685 milímetros (V8), largura de 370 milímetros (quatro cilindros) a 890 milímetros (V10), altura de 500 milímetros (quatro cilindros) a 752 milímetros (V8),” e “altura de 77,5 milímetros (V8) para 120 milímetros (V8).
   Haverão limitações de peso, sendo: a) motores de 4 e 6 cilindros a serem definidos; b) V8s (150-180kg) e V10 (260 kg); c) os V12s, como os encontrados no Aston Martin Vantage, rotativos ou diesel não serão aceitos. Já o Turbocharging é apenas mencionado como opções para motores de 4 e 6 cilindros.
Deslocamentos máximos dos motores também estão definidos:
- Um limite para 2.5L turbo para 4 cilindros;
- 4.5L limite para turbos de 6 cilindros;
- 6.2L limite para V8s;
- 5.2L para V10s. 
   Com base em últimos dois limites, Chevy LS3 V8 e o motor V10 da Audipodem ter limites de 6.2L e 5.2L respectivamente. Motores baseados em unidade de produção em serie serão permitidos. Unidades sob medida estão sob análise da IMSA.


CATEGORIAS:

  Categoria Protótipos (P), que inclui veículos do tipo Le Mans Prototype (LMP), o Daytona Prototype (DP), e DeltaWing. 

  A categoria Protótipo Challenge (PC), continua a serem os mesmos carros da American Le Mans Series e as mesmas especificações, utilizando os chassis Oreca e o motor Corvette.

  A categoria de Gran Turismo (GT), que abrange diferentes veículos de GT na ALMS e Grand-Am em uma divisão, e eles terão permissão para lutar pelo campeonato, será:
GT Le Mans (GTLM), abrange carros como corridas Gran Turismo na American Le Mans Series e em conformidade com as regras de Gran Turismo do Automobile Club de l'Ouest e da Federação Internacional de Automobilismo .

  GT Daytona (GTD), cujas especificações são as mesmas usadas na série do carro Rolex Sports e do American Le Mans Series (neste caso a união de osdois regulamentos, as especificações alterado, adequado, os resultados de ambas as séries).

CALENDÁRIO 2016:

30-31 de janeiro – 24 Horas de Daytona (*)
19 de março – 12 Horas de Sebring (*)
16 de abril – GP de Long Beach (classes P, PC e GTLM)
1º de maio – Mazda Raceway
4 de junho – Detroit Belle Isle (classes P, PC e GTD)
3 de julho – 6 Horas de Watkins Glen (*)
10 de julho – Canadian Tire Motorsport Park
23 de julho – Lime Rock Park (classes PC, GTLM e GTD)
7 de agosto – Road America
21 de agosto – Virginia International Raceway (classes GTLM e GTD)
17 de setembro – COTA Austin
1º de outubro – Petit Le Mans (*)
(*) Etapas do Tequila Patrón North American Endurance Challenge

Fontes: Grande Prêmio / IMSA / Wikipédia

terça-feira, 20 de setembro de 2016

AUDI COM MOTOR A HIDROGÉNIO


MOTOR A HIDROGÊNIO EM LE MANS

  O departamento de competição da Audi está aberto à possibilidade de utilizar motores que possam utilizar o hidrogénio como combustível nas 24 Horas de Le Mans. De momento, a marca alemã não tem planos específicos para desenvolver um motor de células de combustível, mas caso o ACO e a FIA aprovem o uso desta forma de propulsão nos futuros regulamentos da classe LMP1, será fácil mudar de estratégia.


   Qualquer mudança para a célula de combustível e o hidrogénio na competição automóvel teria que ter repercussões na linha de modelos de estrada. A Audi não produz carros a hidrogénio de momento, nem sequer em produção limitada (como a BMW já fez), mas mostrou um protótipo SUV com células de combustível no Salão de Detroit deste ano, em janeiro.

   Seja qual for o tipo de combustível usado no futuro, o Grupo Volkswagen poderá querer, por motivos de marketing, afastar-se do Diesel a médio prazo. Motores a hidrogénio não chegarão a Le Mans antes de 2021, e a única tentativa de colocar um carro deste tipo em ação, na Garagem 56 da edição de 2013, resultou numa inscrição cancelada.

fonte: autosport

domingo, 28 de agosto de 2016

FRENAGEM NA F1 MODERNA


 FREIOS DA F1

  Um carro da categoria máxima do automobilismo consegue reduzir sua velocidade com brutalidade semelhante à sua aceleração, o que sempre choca os novatos e continua a impressionar até mesmo os mais veteranos.Os carros de F1 devem ter apenas um pedal de freio. Contudo, o princípio do funcionamento dos freios de um F1 é semelhante aos de veículos de rua: o piloto aciona o pedal, o fluído de freio percorre o cilindro e a pinça hidráulica pressiona a pastilha contra o disco, o que causa atrito e provoca redução na velocidade da roda.

   Mas, no geral, as similaridades param por aí. Os carros da F1 contam com discos de carbono-carbono, de até 278 mm de diâmetro e 28 mm de espessura. O material, em tese, nem leva tanta vantagem de performance em relação aos discos de aço – a principal diferença, além do menor peso, é a durabilidade, pois se desgasta menos e corre menos riscos de quebra por choque térmico. Afinal, a peça fica sujeita a temperaturas extremas, que podem chegar a 1200°C nas freadas mais fortes, caindo para cerca de 350°C com a refrigeração nas retas.

   Nos últimos anos, a F1 converte este calor gerado nas frenagens em potência extra para o motor, o que chega a gerar um ganho de 160 cv nas atuais unidades híbridas. Por isso, desde 2014, a F1 faz uso do brake by wire, único auxílio eletrônico permitido atualmente. O recurso corrige qualquer possível instabilidade nas rodas traseiras gerada durante a alimentação do ERS e entrega exatamente o nível de frenagem requerido pelo piloto no pedal (uma explicação mais detalhada fica para um outro artigo). Auxílios como ABS são proibidos desde os anos 1990.


   Além disso, os F1 precisam contar com dois sistemas hidráulicos de freio, um para as rodas da frente e um para as de trás – isso acontece por motivos de segurança, para que, caso um dos sistemas venha a falhar, o outro não deixe o piloto na mão. Por se tratar de dois sistemas diferentes, o piloto pode balancear, através de botões no volante, como a capacidade de frenagem é distribuída entre as rodas dianteiras e traseiras.


   Normalmente as equipes usam um jogo de freios nas sextas-feiras e um outro para o sábado e domingo. Neste ritmo, uma equipe intermediária pode gastar, só com freios, mais de 1 milhão de euros por temporada
O piloto precisa aplicar uma força, de cerca de, 170 kg no pedal para que o freio funcione adequadamente (parte desta força vem naturalmente com a ajuda da desaceleração). A frenagem proporciona uma desaceleração de até 5G, de modo que o piloto precisa fazer um esforço para manter a cabeça em pé durante o processo. 

  Engana-se quem pensa que cada equipe é responsável por criar integralmente seus freios. Atualmente, a F1 conta com três fornecedoras, sendo que os times apenas desenvolvem parte de seu próprio sistema de refrigeração.


   A primeira fornecedora é a Brembo, fundada em 1961, na Itália, e que está na F1 desde 1975, entrando como parceira técnica da Ferrari. Outra é a Hitco, americana, e que entrou na categoria nos anos 1980, sendo responsável por introduzir a tecnologia de discos de carbono, usada até então somente na aviação. A terceira é a Carbon Industries, empresa do grupo francês Safran cujo foco é a produção de material para aviões.
Cada fornecedora possui suas próprias características e particularidades em relação à dureza/suavidade do pedal ou à reação ao momento em que o piloto retira o pé do freio na saída da curva. Além disso, cada material conta com suas propriedades térmicas, o que influencia no desgaste e no tempo que é necessário para que o freio atinja seu ápice de performance.

Fonte: projetomotor