quinta-feira, 3 de março de 2016

NASCAR: O AVANÇO DOS CARROS EM SÉRIE


CARROS EM SÉRIES NAS PISTAS DE ALTO DESEMPENHO


   A National Association for Stock Car Auto Racing ou NASCAR é uma associação automobilística norte-americana que controla os campeonatos de stock car do país e atualmente representa o esporte a motor mais comercial. Atualmente concorrem no campeonatos, as marcas Ford (com Ford Fusion, na Sprint Cup e, Ford Mustang, na Xfinity), a Chevrolet (com o Chevrolet SS, na Sprint Cup e, Xfinity Series, com o Camaro), a Toyota (com o Toyota Camry em ambos). Ainda, há de se lembrar que a Pontiac e Dodge também participavam da competição, no entanto, estas declinaram após registrarem desempenho pouco satisfatórios.
   A NASCAR se caracteriza pelo fato de ser executada em circuitos ovais e os carros utilizados nas competições são carros de série, ou seja, carros cuja silhueta é de um carro que saiu da fábrica. No presente momento, carros são fabricados por especialistas com base em perfis e especificações detalhadas pela NASCAR, os motores são fornecidos pela Toyota, Ford e Chevrolet, garantindo um nível constante de concorrência para todos os participantes.

   Fundação e primeiras décadas
Em meados da década de 1920, Daytona Beach foi um lugar de grandes corridas de stock cars, nos Estados Unidos, essas corridas consistiam no uso de carros originais sem nenhum tipo de modificação para corridas. Com base nisso, a NASCAR foi fundada em 21 de fevereiro de 1948, por William France e Ed Otto, em que o primeiro já organizava corridas que envolviam carros normais de passeio modificados, em busca de maior potência e velocidade. A criação da associação foi necessária para padronizar as regras buscando um crescimento desse tipo de competição.

   A primeira disputada da NASCAR se deu no circuito de terra do Charlotte Speedway, na Carolina do Norte, no dia 19 de Junho de 1949, em que foram competidas 8 etapas denominada de Strictly Stock, apenas com carros originais de fábrica, logo sem modificações.

   Década de 1950
No segundo ano do evento, a categoria passou a se chamar Grand National e durante a década de 1950, foram permitidos modificações nos carros que trouxessem performance e segurança.
Nesses primórdios da NASCAR, os circuitos possuíam uma extensão variando entre 800 e 1600 metros, a exceção ficava para o circuito de Darlington construído em 1950 com 2200 metros, sendo na época o mais rápidos dentre os utilizados. Quase todas as etapas eram realizadas no sudeste americano por causa dos altos custos de transporte dos carros por longas distâncias na época.

   Década de 1960
Já em 1960, na Daytona 500, houve uma colisão entre 37 dos 68 carros que estavam na prova, logo na primeira, capotamentos ocorrem após batidas em outros carros ou subidas de ré (isso ocorreu com um carro dos anos 1940 que bateu em outro carro do mesma época), até hoje é considerado um dos maiores acidentes da história do automobilismo, junto com a tragédia de Le Mans em 1955, após esse ano a NASCAR começou a fazer modificações na categoria afim de proporcionar maior segurança. A partir disso, os carros passaram a ser construídos especificamente para as corridas.
Montadoras viram na NASCAR, a possibilidade de fazer grandes negócios e impulsionar suas vendas, devido ao fato das atenções para o esporte começarem a crescer e passaram a utilizar a categoria para promover a venda de seus carros, dentre as empresas estavam a Ford, a Chevrolet e a Chrysler que ajudavam nos custos das equipes participantes. E, com isso, muitas equipes e pilotos passaram a viver inteiramente do automobilismo.

   Década de 1970
Nesse período, a NASCAR passou a realizar grandes mudanças em sua estrutura com o patrocínio da empresa de tabaco RJR mudando o nome da sua principal divisão para Winston Cup. Houveram mudanças no sistema de pontuação e maior premiação aos pilotos e equipes. Algumas provas passaram a ser parcialmente transmitidas por programas esportivos da rede ABC, dando início à era moderna da NASCAR.
Foi nesta década que houve a primeira transmissão de uma prova completa, ao vivo, que ocorreu em 1979 nas 500 milhas de Daytona, transmitida pela CBS, essa prova em seu final ocasionou uma briga entre pilotos que se envolveram em um acidente. Esses fatos criaram uma aura de drama e emoção em torno da NASCAR aumentando sua procura tanto por espectadores e anunciantes.

   Década de 1980
Desde o início da NASCAR já havia uma competição paralela disputada em circuitos menores, que ganhou força em 1982 e passou a ser denominada Busch Series, que é considerada a segunda divisão da stock car americana. (nascar.com, 2016).

   Década de 1990
No ano de 1995 foi criada uma divisão especial com caminhões pick-ups e regras diferenciadas das outras duas divisões que foi chamada de Craftsman Truck Series. Além destas 3 divisões nacionais, a NASCAR possui diversas divisões regionais no território norte-americano.

   Década de 2000
A NASCAR é organizada em três grandes divisões nacionais, sendo as principais: a Sprint Cup Series, a Xfinity Series e a Camping World Truck Series, entre outras divisões regionais. 
Atualmente, a NASCAR está sediada na cidade de Charlotte, onde também se localiza a pista de NASCAR norte-americana, o Charlotte Motor Speedway, sendo uma das provas do Chase.

  Principais Categorias da NASCAR:

 Sprint Cup
   É o atual nome da principal divisão da NASCAR, que já foi denominada Strictly Stock, Grand National, Winston Cup e Nextel Cup.



   Na década de 1950 a divisão principal e ainda única divisão da NASCAR passou a se chamar Grand National, que mais tarde adotou uma nova divisão, a Busch Series. A partir de 1972 com o patrocínio de uma indústria tabagista, a categoria recebeu o nome de Winston Cup sendo chamada assim até 2003. Com a inserção da companhia telefônica Nextel, passou a se chamar Nextel Cup e contando com 36 provas em seu calendário, logo no ano seguinte. Mas é em 2008 com a venda empresa de telefonia, que passou a se chamar Sprint Cup, no entanto sem alterações para além do nome.

   A entrada da Nextel na Nascar trouxe novas regras sendo a principal a adoção de uma espécie de playoffs na parte final do campeonato, chamados de Chase for the Cup, ocorrem nas últimas etapas do campeonato equilibrando a disputa pelo título. Até 2006 os classificados para a Chase eram todos os pilotos que estivessem até a décima posição da temporada regular acrescentando todos que estivessem a pelo menos 400 pontos do líder. Na disputa do Chase os pontos dos classificados eram remanejados deixando o líder do campeonato com 5050 pontos e diminuindo 5 pontos para cada um dos seguintes colocados. Os pilotos que não conseguiam a classificação manteriam os seus pontos e seguiriam normalmente no campeonato (Autosport, 2012).
   Em 2007, as regras da Chase foram alteradas. Todos os pilotos teriam seus pontos remanejados para 5000, acrescentando 10 pontos para cada vitória que cada piloto teve nas corridas antecedentes a Chase. Essa nova regra não influi diretamente na corrida continuando a ser disputada por todos os pilotos inscritos (Autosport, 2012).
Na pontuação todos os participantes de uma corrida ganham pontos pela sua posição final além de bônus. O 1° colocado ganha 43 pontos mais 3 pontos de bonificação pela vitória, Todos pilotos que liderarem ao menos uma volta também recebem 1(um) ponto de Bonificação e o Piloto que liderar o maior número de voltas em uma Etapa recebe outro ponto de Bonificação. Os pilotos participantes de cada prova ganham pontos de acordo com sua posição final na corrida. São dados como bônus, 3 pontos para o vencedor da corrida, 1 ponto para todos os pilotos que tiverem liderado pelo menos uma volta e mais 1 ponto para aquele que liderar o maior número de voltas na liderança (Autosport, 2012).
   As montadoras participam de um sistema de pontuação diferente de forma a manter um equilíbrio entre as montadoras e os números de carros dos quais dispõem. A montadora vencedora da prova recebe 9 pontos, a segunda melhor montadora recebe 6 pontos, a terceira ganha 4 pontos e a quarta (quando houver) ganha 3 pontos. Já todos os pilotos que estão estreando na divisão disputam paralelamente uma pontuação para a definição do novato do ano. São considerados os 17 melhores resultados na temporada e uma pontuação em relação aos outros novatos.
Provas:
   Daytona 500 - Criada para rivalizar com as 500 milhas de Indianápolis, é a principal prova da Nextel Cup distribuindo uma premiação de mais de 1 milhão de dólares para o vencedor.
All-Star Challenge - Disputada durante a temporada, não valendo pontos.
Coca-Cola 600 – É a prova mais longa, com 600 milhas de extensão realizada no Lowe's Motor Speedway e sempre ocorrendo no dia da memória americana.

NASCAR Xfinity Series 
   É uma das divisões da categoria, sendo considerada como a segunda divisão por ser muito utilizada por equipes que visam testar e amadurecer pilotos a fim de alcançar a Sprint Cup: divisão principal. Até o final de 2014 a categoria era chamada de Nationwide Series
A NASCAR Xfinity Series surgiu na metade do século XX junto com a fundação da própria NASCAR, no entanto, apenas no ano de 1982 passou a ser disputada com a alcunha de Nascar Grand National. Posteriormente passou a ser denominada Busch Series dado o patrocínio da empresa Anheuser-Busch (Dona da Budweiser), se manteve com o nome de Busch Grand National Series até 2003.
   Os carros utilizados na categoria são similares aos da NASCAR Sprint Cup Series, porém menos potentes. Já a pontuação na Xfinity é a mesma usada na Sprint Cup (do 1° ao 40°). Os pilotos participantes de cada prova ganham pontos de acordo com sua posição final na corrida. São dados como bônus, 3 pontos para o vencedor da corrida, 1 ponto para todos os pilotos que tiverem liderado pelo menos uma volta e mais 1 ponto para aquele que liderar o maior número de voltas na liderança.
   Em 2012, Nelson Angelo Piquet entrou para a história ao se tornar o primeiro brasileiro a vencer a Nationwide Series, ao chegar em primeiro lugar na etapa de Sargento 200 em Road America, Winsconsin/EUA. Um dia antes, Piquet foi o primeiro brasileiro a marcar uma pole position na categoria americana. Sua participação, no entanto, foi especial e ele não pontuou pelo campeonato.

Camping World Truck Series 
   É uma divisão da NASCAR que utiliza caminhões pick-ups, foi oficialmente criada em 1995, porém já havia sido apresentada ao público de forma demonstrativa, no ano anterior. 
As regras visam, desde o surgimento da categoria, um custo baixo para a categoria. Inicialmente os pit-stops não eram feitos durante a prova, mas sim durante um período de 10 minutos que a prova ficava interrompida. Essa regra foi também implementada por haver vários circuitos que não possuíam uma grande área de pits, que foram limitados a 2 ou 3 dependendo da pista. Em 1997, a troca de pneus foi banida, sendo permitido apenas o reabastecimento, porém nos anos seguintes foram sendo permitidos as trocas de 2 pneus e depois de 4 pneus. Atualmente, a troca está limitada ao número de conjuntos de pneus utilizados por etapa.
   A pontuação na Truck Series é a mesma usada na Sprint Cup e na Xfinity Series, porém com 8 carros a menos, na Truck vai do (do 1° ao 32°), enquanto na Cup e na Xfinity vai do (1º ao 40). Os pilotos participantes de cada prova ganham pontos de acordo com sua posição final na corrida.
Este segmento utiliza vários circuitos nos Estados Unidos que são utilizados por outras competições como a IRL e também pelas outras divisões. Porém, as provas são mais curtas, com cerca de 150 e 250 milhas de extensão.
Os brasileiros Miguel Paludo e Nelson Piquet Jr., já correram nesta divisão.


Fontes: Nascar.com / Autosport / Wikipedia /

quarta-feira, 2 de março de 2016

CENTENÁRIO LAMBORGHINI S.P.A


Lamborghini

   Automobili Lamborghini S.p.A é uma fabricante italiana de automóveis desportivos de luxo e de alto desempenho criada originalmente para competir com a Ferrari com sede no município Modena de Sant'Agata Bolognese.
  Tratado sem muita relevância por Enzo, recebeu uma resposta de nível semelhante a: "Você é um agricultor! Continue, então, dirigindo seus tratores e não fale dos meus carros". Ferruccio, sentindo-se ofendido, respondeu: "Ah, é? Então, eu vou lhe mostrar como se faz um carro esportivo".
 A companhia, que foi fundada em 1963 por Ferruccio Lamborghini (1916–1993) como uma filial da sua fábrica de tratores Lamborghini Trattori S.p.A., atualmente a Volkswagen AG e tem como subsidiaria a Audi AG onde intercambia tecnologias entre Audi R8 e os modelos mais recentes da Lamborghini.
   Ferruccio Lamborghini antes de fazer os carros, ele fazia tratores com motores de tanques da 2ª Guerra Mundial. Decidiu instalar-se em Sant’Agata Bolognese e contratou uma série de engenheiros de renome para construir os seus carros, como foi o caso de Bizzarrini, Dallara e Stanzani.

   Em 1964 foi produzido o primeiro carro Lamborghini, o modelo 350 GT, que combinava um chassis desenhado por Dallara com um motor V12 concebido por Bizzarrini. O carro fez bastante sucesso e foi produzido até 1968, depois de ter sido renovado em 1966. Ainda em 1966 foi lançado o mítico Lamborghini Miura, desenhado por Luigi Bertone e dotado também de um potente motor V12. Também este modelo foi um tremendo sucesso de vendas, sendo produzido até 1973.

Lamborghini 350 gt

  Em 1972,  nesse ano a Lamborghini vendeu 51% das suas acções a um empresário suíço, com os restantes 49% a serem entregues a outro suíço em 1974.
Pelo meio, em 1973 o Miura foi substituído por um outro modelo que também fez história no mundo dos carros de características desportivas, o Countach. Este carro tinha um design extremamente angular e aerodinâmico e estava dotado de um potente motor V12 traseiro de 4000 cc. O carro foi produzido com estas características até 1988, ano em que o motor passou a ter uma cilindrada de 5000cc.
No entanto, a empresa estava há muito tempo em dificuldades financeiras e em 1981 tinha sido vendida aos irmãos Mimram, que revitalizaram a marca.

Lamborghini Jalpa
   Nesse sentido, no ano de 1981 surgiu o Lamborghini Jalpa, que teve por base o Urraco, e em 1982 o Lamborghini LM002, uma novidade na marca, já que se tratava de um veículo off-road. Este jipe estava dotado de um motor Countach.
Em 1987, a marca norte-americana Chrysler comprou a Lamborghini e, além do substituto do Countach, começou a preparar um motor para equipar carros de Fórmula 1. A estreia nesta competição automobilística ocorreu em 1989, mas nunca teve sucesso. Desde 1998 a Lamborghini pertence ao grupo Volkswagen.
   Já o substituto do Countach, o Diablo, foi apresentado em 1990 e obteve grande sucesso, mantendo-se em produção para além do ano 2000.
Diablo
Countach

   O mais novo Lamborghini é o Huracán que chegou em 2014 para substituir o Gallardo. O Lamborghini Huracán traz uma nova tecnologia que é o chassis híbrido, feito de carbono e alumínio, o que deixa o carro 10% mais leve que seu antecessor e com uma carroceria 50% mais rígida.
Huracán
Gallardo
Gallardo da polícia italiana.

   A Lamborghini revelou, no Salão de Genebra, o Centenario, superesportivo de 780 cavalos de potência cujo nome homenageia os 100 anos do fundador da marca, Ferruccio Lamborghini. Ele criou a icônica marca em 1963, em Sant'Agata Bolognese, e morreu em 1993.



   Baseada no Aventador, o modelo usa o mesmo motor V12, mas com mais potência: 780 cavalos, 20 cv a mais do que no esportivo de série. O propulsor faz o Centenario acelerar de 0 a 100 km/h em 2,8 segundos, de acordo com a fabricante. A velocidade máxima é de 337 km/h.
   Em Genebra, a Lamborghini apresentou o nome do novo comandante da marca: Stefano Domenicali, ex-chefe da equipe da Ferrari na Fórmula 1. A partir do próximo dia 15, ele ocupará o lugar de Stephan Winkelmann, que ainda conduziu a apresentação do novo carro.
   Winkelmann, que era o presidente-executivo da Lamborghini desde 2005, passa a ser o chefe da divisão Quattro da Audi, responsável pela tração integral da empresa alemã e também pela preparação de modelos S e RS. Ambas as marcas pertencem ao grupo Volkswagen..

Fonte: g1.com / wikipédia

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

ON BOARD !!!



Lamborghini Aventador Superveloce – 6:59:73 em NÜRBURGRING


   O Aventador SV é a versão melhorada do supercarro da Lambo. Além de toda a engenharia aerodinâmica, o SV ainda conta com 50 cv a mais – são 750 cv ao todo.

- Porsche 918 Spyder – 6:57:00 em NÜRBURGRING


  Quem manda em Nürburgring é o supercarro híbrido da Porsche conta com 887 cv e tração nas quatro rodas. Além do recorde no circuito alemão, é também o carro de produção mais rápido no teste de 0 a 100 km/h: apenas 2,2 s.

CAMARO Z28, lap time: 7:37.47 in nürburgring




  Uma versão mais apimentada, não foi divulgado a cavalaria mas está 45 kg mais leve e ainda a Chevrolet afirmou que nos testes realizados em um circuito, o Z28 superou em três segundos a volta mais rápida feita pela versão ZL1 Camaro, o qual era considerado o mais rápido da história com 557 cavalos.

     Mustang Shelby SVT GT 500 (2013, 14) 7:39:28  in nürburgring



   Revelado no Los Angeles Auto Show em novembro de 2011, Ford Shelby GT500 é o mais poderoso Mustang, 354,6 polegadas cúbicas (5.811 l) 32 V motor V8 supercharger é certificada para produzir (493 kW, 855 Nm) 662 cv e 631 lb-ft de torque,  com uma velocidade de topo reivindicada de 202 milhas por hora ( 325 kmh).  O novo GT500 pesa (1.750 kg).


Ferrari 599XX , lap time, 6:58:16  in nürburgring


   A Ferrari 599XX é um automóvel feito para as pistas, motor V12 a 7 000 rpm, rotação em que ela atinge os 720 cv  nesta versão feita especialmente para o teste. Graças ao novo câmbio manual automatizado de 6 marchas, a troca de marchas agora pode ser feita em 0s060.


LEXUS LFA, LAP TIME, 7:14:64 IN NÜRBURGRING


   O Lexus LFA é a versão definitiva do protótipo do super desportivo Lexus LF-A. Tem um motor 4.8 V10 com 560cv e que atinge as 9900 RPM. A Velocidade máxima é de 325 km/h. Custa cerca de 450.000€. Existem apenas 300 em todo o mundo. Montadora toyota. 




   Nesta nova geração do ZL1, o esportivo está menor e mais leve, e agora é equipado com o motor V8 LT4 usado no Corvette Z06, que também desloca 6,2 litros e também traz um supercharger em cima. São 649 cv e 88,5 mkgf —  61 cv e 11,6 mkgf de torque a mais que o ZL1 anterior.
CAMARO ZL1




RECORDES EM NÜRBURGRING


NÜRBURGRING O INFERNO VERDE

Nürburgring é o nome de um autódromo na cidade de Nürburg, próximo de Colônia e de Frankfurt-am-Main, na Alemanha.


    Foi a sede anual do Grande Prêmio da Europa de Fórmula 1 até 2007. Foi inaugurado em 1927 e o traçado original da pista tinha aproximadamente 28 km, posteriormente foi criado um novo traçado de 22 km de extensão e era utilizado pela Fórmula 1 na década de 1960. Atualmente é utilizado outro traçado de 5,148 km, porém o traçado que era de 22 km passou a ser de exatos 20,8 km que ainda permanece, servindo apenas para os conhecidos "Track days", um dia em que as pessoas podem ir ao autodrómo e acelerar a vontade com seus carros, e para corridas de longa duração.
    Grandes montadoras de carros superesportivos vem ano após ano tentando alcançar o menor tempo possível com seus super carros.
   Confira seus tempos e seus carros em busca da glória.

   A empresa Scuderia Cameron Glickenhaus (SCG) anunciou que seu superesportivo SCG003 marcou o novo melhor tempo no autódromo de Nürburgring cumprindo os 20 quilômetros em 6 minutos e 42 segundos, tirando 6 segundos do então melhor tempo. De acordo com a marca, o recorde foi conquistado usando peso de lastro e motor com restritor, que reduz a potência. O número não foi confirmado ainda, pois não há nem imagem "onboard" da volta e nem uma confirmação do recorde. 

 O Radical SR8 (6 minutos e 48 segundos) - O modelo é feito em série na Inglaterra com um motor V8 2.6 que gera 455 cv entregues no eixo traseiro e pesa apenas 650 quilos, gerando uma relação peso/potência de 1,42 cv/kg. Por mais que pareça um protótipo de corrida, ele pode ser emplacado como um veículo de rua em alguns países, como o Reino Unido.


   Porsche 918 Spyder (6 minutos e 57 segundos) - Já com mais cara de um carro de verdade, custa muitos milhões no Brasil e tem um sistema híbrido que associa um V8 4.6 de 608 cv a dois motores elétricos, que juntos chegam a 890 cv e 130 mkgf. A versão utilizada para marcar o recorde, a Weissach, tem uma redução de 60 quilos frente a convencional, mas como é vendida como uma versão que poderia ser adquirida (o 918 já esgotou), está valendo.


   Nissan GT-R Nismo (7 minutos e 8 segundos) - Assim como fez a Porsche, a Nissan optou por tentar o recorde com uma versão "super" do já potente GT-R. Na versão Nismo, o esportivo da marca japonesa extrai 591 cv, contra os 545 cv do GT-R. Além disso, o modelo tem melhorias aerodinâmicas, de suspensão e redução de peso. Com tração integral, em tese o modelo deveria ter o melhor tempo, mas não foi o que ocorreu.

   Gumpert Apollo Sport (7 minutos e 11 segundos) - Produção, por mais reduzida que seja, ainda é produção, e por isso o Gumpert está nesta lista. O esportivo alemão Gumpert Apollo Sport usa um motor V8 biturbo da Audi que gera 650 cv, podendo ser modificado para até 800 cv. E tem câmbio sequencial de seis marchas, como o da Fórmula 1. Traz ainda freios ABS com três níveis de intervenção e controle de tração de corrida.

   Dodge Viper SRT-10 ACR (7 minutos e 12 segundos) - Fabricado até o final de 2010, o Viper entrou para a lista com a quinta posição. Com seu V10 de 8,4 litros de 600 cv, câmbio manual de seis marchas e uma série de mudanças, como redução de peso e a inclusão de um enorme aerofólio de fibra de carbono na traseira, ele conseguiu entrar na lista.

   Lexus LFA (7 minutos e 14,6 segundos) -Todas as montadoras trouxeram edições especiais. Com a Lexus e o LFA não foi diferente, mas eles ao menos homenagearam a pista com o kit chamado Nürburgring, que dá 10 cv extras ao motor V10 4.8 que originalmente entrega 553 cv nas rodas traseiras por meio do câmbio automatizado de seis marchas. O modelo do recorde teve a aerodinâmica revisada e uma asa fixa na traseira para grudar mais ele na pista.

   Donkervoort D8 RS (7 minutos e 14,8 segundos) - O holandês Donkervoort D8 em sua versão RS é um esportivo superleve com motor 1.8 turbo da Audi preparado para gerar 344 cv, ligado a uma transmissão manual de cinco marchas e tração traseira. Grandes suspeitas sobre ele ser um carro de produção.

   Chevrolet Corvette C6 ZR1 (7 minutos e 19 segundos) - A versão mais potente da sexta geração do Corvette tem um motor V8 6.2 com compressor mecânico que gera 100 cv por litro, ou seja 620 cv despejados na roda traseira por meio de um câmbio manual de seis marchas. Com uma suspensão melhorada, ele consegue atingir mais de 1G de aderência em curvas. Além do motor melhorado, ele também passou por redução de peso com peças como o capô e teto, além de freios maiores.

   Chevrolet Corvette C6 z06 (7 minutos e 22 segundos) - Um pouco mais civil e barato, o Corvette Z06 foi só três segundos mais lento que o irmão destruidor de asfalto e com motor diferente. O Z06 usa um V8 7.0 de 505 cv e também um câmbio manual de seis marchas.

   Porsche 911 GT2 RS (7 minutos e 24 segundos) - Na décima posição está o GT2 RS, que da antiga geração do 911 era a mais potente versão com seus 620 cv desenvolvidos no seis cilindros boxer de 3,6 litros biturbo. A tração era entregue no eixo traseiro pelo câmbio manual de seis marchas. A velocidade máxima era de 330 km/h.

  Nürburgring é certamente o circuito mais desafiador e temido do mundo. Seja pelo tamanho aterrorizante ou pelos onze diferentes tipos de pisos ou pela quantidade de curvas – são 73 com todas as variações possíveis –, enfrentar o Inferno Verde é capaz de deixar até um piloto experiente com um frio na espinha.

  Exatamente por isso, as fabricantes se digladiam para provar que seus carros são capazes de marcar o melhor tempo de sua categoria no autódromo. A cima, listamos os 10 modelos de produção – com pelo menos 500 unidades feitas – mais bem sucedidos na missão. 

Fonte:o estadao.com

domingo, 21 de fevereiro de 2016

MERCEDES-BENZ CHALLENGE CUP


TEMPORADA COPA MERCEDES 2016



   O Mercedes-Benz Grand Challenge, surgiu no ano de 2011 quando a Mercedes decidiu laçar, no Brasil, uma nova categoria no automobilismo. A categoria foi disputada com 8 etapas em rodada dupla, todas em conjunto com o Itaipava GT Brasil. A primeira prova foi disputada no dia 21 de maio no Autódromo Internacional de Curitiba, em Pinhais, composto por 22 pilotos, que utilizaram os modelos oficiais Mercedes-Benz Classe C 250 CGI.



   Com cinco vitórias nas 16 corridas da temporada, a dupla de pilotos João Campos e Márcio Campos, pai e filho, garantiram o título do Mercedes-Benz Grand Challenge.
Já no ano de seguinte, houve alterações no regulamento e sistema de disputa, de forma que assegurassem ainda mais competitividade e equilíbrio à segunda temporada do Mercedes-Benz Grand Challenge.

    Além da categoria tradicional, entrou em cena ainda a categoria Master, específica para os pilotos Bronze, sem limite de idade. Na terceira temporada, o palco de estreia do Mercedes-Benz Grand Challenge foi o Circuito de Rua do Anhembi, em São Paulo. Juntamente ao Campeonato Brasileiro de Gran Turismo, a competição contou com o modelo oficial Mercedes-Benz C 250 Turbo, e foi decidida nas últimas curvas da prova final, em Tarumã-RS.



   Em 2014, a quarta temporada do Mercedes-Benz Challenge apresentou o modelo CLA 45 AMG Racing Series para compor a classe principal da categoria (CLA AMG Cup), correndo junto dos C250 Turbo que passaram a integrar a classe light (C250 Cup). Pilotos lutando pelo bicampeonato e mais, para escrever o nome na história como o primeiro campeão de um modelo Mercedes que estreou em competições justamente no Brasil.

   A honra coube a Arnaldo Diniz Filho, que com a equipe Comark Racing conquistou duas vitórias e duas pole positions, terminando o campeonato com 94 pontos. Já na C250 Cup, Christian Möhr fechou o ano com 106 pontos e uma vitória pela RSports Racing com apenas sete pontos de vantagem para Cesare Marrucci, da Cordova Motorsports; enquanto na C250 Cup Master o título ficou nas mãos da dupla da Paioli Racing, formada por Marcos Paioli e Peter Gottschalk com 122 pontos, 11 a mais do que o vice-campeão Beto Rossi.


   Foram quatro vencedores diferentes na CLA AMG Cup e a disputa pelo título sendo polarizada entre Fernando Júnior e Adriano Rabelo, dupla responsável por cinco das oito vitórias disputadas na temporada. O cearense da Cordova Motorsport começou na frente vencendo as duas primeiras corridas, mas o gaúcho da WCR Team se recuperou e passou o concorrente apresentando um desempenho constante e um ritmo fortíssimo e subiu ao pódio sete vezes em oito provas.
  Na CLA Master, Carlos Kray também foi um frequentador assíduo do pódio com sete presenças entre os três primeiros (com duas vitórias), e foi o campeão em cima de Neto De Nigris.

  A classe C250 Cup teve disputa apertadíssima entre Peter Michel Gottschalk e a dupla formada por Luiz Sena Jr e Cleiton Campos. Os postulantes ao título chegaram a Interlagos para a etapa final separados por apenas três pontos. Foi a briga das vitórias contra a regularidade, e com quatro triunfos, Peter “Tubarão” levou a melhor na disputa.
Há de se evidenciar a sétima e penúltima etapa, em Interlagos, um dos eventos preliminares do Grande Prêmio Petrobras do Brasil de Fórmula 1. 
  Atualmente o Mercedes-Benz Challenge se mantém com as modalidades:
CLA AMG, um segmento completamente novo, como ocorreu anteriormente com o CLS 63 AMG Shooting Brake (2012) e o CLS 55 AMG (2004). Quando foram lançados, nenhum desses modelos AMG tinha competidores diretos, mas acabaram inspirando outros fabricantes de automóveis. Motor turbinado, de quatro cilindros de série mais potente do mundo, tração integral e a transmissão esportiva SPEEDSHIFT DCT de sete velocidades - o CLA 45 AMG traz o mesmo sistema propulsor que já equipa o A 45 AMG, para chegar a um desempenho altamente dinâmico e eficiente. (mbchallenge, 2016).



Mercedes-Benz C250, que é a junção da funcionalidade de um carro de corrida, combinada com aspectos de segurança e conforto exemplares. A estrutura de segurança em aço cromo molibdênio foi desenvolvida de acordo com as especificações da FIA, e não apenas proporciona a proteção do piloto, mas também reforça a estrutura do automóvel (mbchallenge, 2016).

 FICHA TÉCNICA
 Modelo baseado no C250 Turbo Sport
 Motor 4 cilindros de tração traseira - turbo alimentado
 Potência de 225 cv
 Peso 1.350 kg
 Comprimento 4.591 metros
 Largura 1.770 metros

FICHA TÉCNICA
 Modelo baseado no CLA 45 Turbo Sport
 Motor 4 cilindros de tração traseira - turbo alimentado
 Potência de 360 cv
 Peso 1.350 kg
 Comprimento 4.591 metros
 Largura 1.770 metros

Confira o calendário da temporada, abaixo:

06 de Março -           Autódromo Internacional de Curitiba

22 de Maio -             Autódromo Internacional de Goiânia

26 de Junho -           Autódromo Internacional de Tarumã

17 de julho -             Autódromo Internacional de Cascavel

11 de Setembro -     Autódromo José Carlos Pace 

06 de Novembro -    Autódromo Internacional de Goiânia

20 de Novembro -    Circuito dos Cristais - Curvelo

11 de Dezembro -    Autódromo José Carlos Pace


Fonte: Stockcar.com / mbchallenge.com

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

KARTISMO.


VOANDO BAIXO

O kart é uma modalidade do automobilismo composto por mini-monopostos dotados de motores de dois ou quatro tempos, refrigerados a água ou a ar. Têm chassis tubular e peso variando entre 70 e 150 quilos, dependendo do modelo.
   Sem suspensão e com ou sem elementos de carroceria, com quatro rodas, sendo que as duas rodas dianteiras exercem o controle de direção, e as rodas traseiras são as que recebem a força de tração, que pode ser por intermédio de pedais ou de um motor. Suas partes principais são: o chassi (incluída a carroceria), os pneus, o motor.
  Muitas vezes são pilotados como um hobby, sem necessariamente ser profissional. O kartismo é reconhecido como a porta de entrada para outras formas de automobilismo, geralmente mais caras e mais complexas. São mundialmente conhecidos por formar pilotos de destaque em categorias internacionais, como Ayrton Senna, Michael Schumacher, Rubens Barrichello, Alain Prost, Nelson Piquet, dentre tantos outros.

 Os karts foram originalmente criados nos Estados Unidos nos anos 50 após a Segunda Guerra Mundial por pilotos de aviões interessados em inventar um desporto para os tempos de folga. O norte-americano Art Ingels é internacionalmente conhecido como o pai do kart. 
  Ele construiu o primeiro kartódromo no sul da Califórnia em 1956. O desporto rapidamente se espalhou para outros países e atualmente é muito praticado na Europa.

  No Brasil, o kart começou a tomar forma na década de 60, mesma época em que surgiu a fábrica Kart Mini, que até hoje produz estes carros. Atualmente, a corrida de maior destaque do kart nacional é o Campeonato Brasileiro, seguido pela Copa Brasil, GP Brasil, e os campeonatos inter-estaduais como Sul-Brasileiro, Centro-Oeste e, mais recentemente, Sudeste.
  Em Minas Gerais muitos pilotos se destacaram na modalidade, principalmente por não existir um autódromo homologado no estado. Dentre eles merecem destaque Cristiano da Matta, Rafa Matos e Bruno Junqueira que chegaram às categorias Top do automobilismo. Além deles, Clemente Faria Júnior, Alberto Valério, Guilherme Silva, Daniel Cançado, Fernando Resende Filho, João Pedro Archer, Wallace Soares, Renê Renault, Flávio Costa, Guildner Carvalho, Evaldo Novaes, Marcelo Solmucci, dentre tantos outros fazem e fizeram a história recente do kartismo na região metropolitana de Belo Horizonte.

   O kart é o primeiro e mais importante estágio para o futuro piloto. É lá que a maioria dos bons pilotos se formaram. A seguir iremos apresentar as categorias, os chassis, motores, pneus, regulamentos, além de muitas fotos. Como em todo esporte profissional ou amador, o kart, é dividido em categorias, de acordo com a idade e experiência de um piloto. São a cadete, Júnior Menor, Júnior Maior (para jovens abaixo de 14 anos), Novatos, Graduados B, Graduados A (categoria TOP para pilotos abaixo de 25 anos), Sênior B e Sênior A (categoria TOP para pilotos acima de 25 anos).


Fonte: rbcracing.com