sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

GIRO ALTO


DIFERENÇAS QUE PERMEIAM OS CARROS ASPIRADOS E TURBINADOS



Carros Aspirados
Os carros que utilizam do método aspirado visam o ganho de mais potencia do motor, conseguindo um maior número de rotações. Para que o motor renda mais é preciso que ele gire mais, e isto é obtido principalmente com a substituição do comando de válvulas original por um esportivo, que faz com que as válvulas permaneçam abertas por mais tempo, proporcionando assim um melhor enchimento dos cilindros.


No entanto, a substituição do comando de válvulas exige a recalibração do carburador original ou, então, substituição do mesmo, assim como a troca de injeção eletrônica por um programável ou até mesmo aumentando a vazão dos bicos injetores, além de uma afinação do motor. Outros itens bastante abordados na preparação aspirada do motor são: o retrabalho do cabeçote e a substituição do coletor de escape original por um do tipo 4x1, além de velas, bobina e filtro de ar esportivo.

Este método tende a ter baixo custo e facilidade de preparação em relação ao turbo, quando se almeja um aumento de potência de até 30%. As principais desvantagens ficam por conta da perda de torque em baixas rotações, e instabilidade da marcha lenta, além do consumo excessivo em alguns casos.
Exemplos: Gol, Uno, Corsa, Palio, Kombi, Ferrari F-40, BMW M3.



Carros Turbinados
O método turbinado consiste na instalação de uma turbina no motor, especificamente no coletor de escapamento. Um turbo compressor, equipamento parecido com um caracol duplo, dotado de duas hélices em seu interior, uma em cada caracol, onde, uma é acionada pela passagem dos gases de escapamento e gera um fluxo de ar que movimenta a outra hélice, que por sua vez envia ao motor ar comprimido, ou seja, a partir deste momento, o motor recebe a mistura no interior dos seus cilindros na forma pressurizada e não mais aspirada, em outras palavras, não é mais o motor que puxa o ar para o seu interior, e sim a turbina que o empurra para dentro do mesmo, gerando assim um melhor enchimento dos cilindros, o que proporciona uma explosão mais forte e consequentemente mais potência. 


Os carros turbos tendem a preservar as características originais do motor e o fato de não precisar esticar as marchas para obter o maior potência. No entanto, há um desgaste prematuro de peças, há cerca de 50 % de ganho de potência.
A grande maioria dos carros pode ser turbinada, porém alguns veículos, ainda não possuem kits produzidos especificamente para eles, nesse caso a solução é kit por encomenda ou adaptações.
Todas as características técnicas do automóvel serão preservadas se a pressão não exceder a 0,6 kg. Ou seja, a pressão que se almeja e é recomendada para a maioria dos motores é de 0,5 kg, o que proporciona cerca de 50% a mais de potência.
“A lei proíbe a instalação de equipamentos e acessórios que alterem as características técnicas do veiculo, e o turbo, desde que utilize o combustível original, não se enquadra nesta proibição, conforme lei.”
A durabilidade de um motor turbinado é proporcional à pressão que ele utiliza. Com 0,5 kg de pressão, a durabilidade do motor é praticamente a mesma que a do motor original, e os riscos de quebras são mínimos. 
Exemplos: Gol e Parati G3 turbo, Marea turbo, Uno turbo, Audi 1.8t, Golf GTi.


Considerações:
Contudo, conclui-se que o carro turbinado usa um sistema mecânico que aproveita os gases do escape para comprimir mais ar na mistura ar/combustível, com muita pressão. Já o carro aspirado usa apenas a força da gravidade para injetar combustível no motor.


Fonte: Blog Canal da Peça / Estilo Racing

CAMPEONATO MUNDIAL DE RALI

WRC 
FIA WORLD RALLY
CHAPIONSHIP


  Campeonato Mundial de Rali (World Rally Championship, WRC) é uma série de rali organizada pela FIA disputado nos quatro cantos do planeta, em diversos tipos de terreno (asfalto, terra, neve, lama) e nos mais diversos cenários (desertos escaldantes, planicíes geladas, montanhas escarpadas). Culminando em um campeão de piloto e fabricante vencedor.

  O campeonato começou com a temporada de 1973 que teve início no 42ème Rallye Automobile de Monte-Carlo em 19 de janeiro. A temporada teve 13 eventos (ou ralis/rallies), dos quais seis ainda fazem parte da programação do WRC: o Rali de Monte Carlo, Rali da Suécia, Rali da Acrópole (na Grécia), Rali da Finlândia (conhecida também como Rali dos 1000 lagos), Rali da Grã-Bretanha (disputada no País de Gales) e Rali da Córsega. Os eventos em terreno de cascalho formam a maioria das provas desde aquela época.
 A terceira geração do Opel Kadett foi posta nos ralis em 1975, com o modelo esportivo GT/E. Com um motor de 1.897cc com injeção Bosch e 270 HP.


  Ao acompanhar o WRC existem 3 categorias de suporte:
 O Junior World Rally Championship (JWRC, anteriormente a Academia WRC).
 World Rally Championship 2 (WRC-2, ex-Super 2000 World Rally Championship).
 E o World Rally Championship 3 (WRC-3, antes do Campeonato do Mundo de Ralis de Produção) que são disputadas nos mesmos eventos e palcos que o WRC, mas com diferentes regulamentos. Os carros de produção, super 2000 e participantes juniores partem para as classificativas após os pilotos do WRC.

  A Alpine-Renault ganhou o primeiro campeonato mundial de fabricantes com seu Alpine A110, depois a Lancia ganhou o título nos três anos seguintes com o Lancia Stratos, o primeiro carro projetado e fabricado especificamente para ralis. O primeiro título do campeonato mundial para pilotos não foi concedido até 1979, embora as temporadas de 1977 e 1978 incluíram a FIA Cup for Drivers (Copa FIA de pilotos), vencidos respectivamente pelo italiano Sandro Munari e o finlândes Markku Alén.

   O sueco Björn Waldegård foi o primeiro campeão mundial oficial, vencendo Hannu Mikkola da Finlândia por um ponto. A Fiat ganhou o título de fabricantes com o Fiat 131 Abarth em 1977, 1978 e 1980 enquanto a Ford ganhou em 1979. Em 1980 foi Waldegård seguido pelo alemão Walter Röhrl e depois Ari Vatanen como campeões mundiais de pilotos.




   O campeonato caracteriza-se atualmente por 12 ralis e carros 1.6 L turbo com tração nas quatro rodas construídos de acordo com as especificações World Rally Car correndo em asfalto, cascalho e neve.

  A potência foi limitada em cerca de 300 bhp (225 kW). Atualmente, entre os carros do campeonato estão incluídos o Citroën C4, Ford Focus e Subaru Impreza. Citroën, Peugeot, Škoda e Mitsubishi não participaram do campeonato de 2006 e esses carros, embora em uso por equipes privadas, tiveram seu desenvolvimento interrompidos. A Citroën retornou para o WRC 2007 usando o Citroën C4.A Volks com o seu polo.
  A Suzuki passou a participar em 2008 usando o Suzuki SX4. Em 2009, em virtude da crise financeira mundial, as equipes oficiais das montadoras japonesas Suzuki e Subaru deixaram o campeonato.A pontuação de pilotos e construtores é separada, mas baseada no mesmo sistema de pontos. 
   O campeonato era antigamente disputado por carros do Grupo A (restringidos em termos de potência, peso, tecnologia e custo total) e do Grupo B (carros com poucas restrições). Porém, por causa da grande potência, falta de confiabilidade e acidentes fatais na temporada 1986, o Grupo B foi permanentemente banido.
Audi Quattro do Grupo B
 Posteriormente, em 1997, as regras do Grupo A evoluíram para as especificações World Rally Car, para facilitar o desenvolvimento de novos carros e estimular a entrada de outros fabricantes na competição.



Fonte: WIKIPEDIA / WRC.COM

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

TECNOLOGIA NA ÁGUA.

CAMPEONATO MUNDIAL DE POWERBOAT

  Em razão de suas características, as lanchas de motonáutica são consideradas integrantes da Fórmula 1 dos mares e represesas e inauguraram uma nova modalidade esportiva que vem sendo aos poucos difundidas no país pela Confederação Brasileira de Vela e Motor. 


  Guiadas por dois pilotos (um que dirige e outro que acelera), as lanchas de alta velocidade já conquistaram adeptos e praticantes em muitos países do mundo e de uns anos pra cá, vem garantindo um público fiel, inclusive aqui no Brasil.A modalidade esportiva ainda não tem um expressivo número de atletas profissionais, até mesmo porque é uma atividade cara e que exige uma constante e custosa manutenção. Segundo indicativos, cada lancha tem o valor aproximado de R$ 1,8 milhão. 

  Em média, as lanchas de corrida alcançam 270km/h e há diversas possibilidades de tamanhos e dimensões de embarcações nas competições, sobre o mesmo percurso.  Há lanchas de menor porte, como 25 CC e até grandes máquinas, de até 5000CC.

  O “F1 Powerboat World Championship”, ou seja, o Mundial de Motonáutica é a principal competição internacional da modalidade, com regras similares à Fórmula 1. A primeira temporada da competição foi realizada em 1981 e hoje em dia são realizadas etapas internacionais em muitos países. Em 2010, uma etapa dessa competição foi realizada no Brasil, com a participação de Eike Batista, amante do esporte.



Semelhante à F1, a corrida de lancha de powerboat é um evento internacional disputado em algunas países a cada temporada. As provas são realizadas em uma área de aproximadamente 350 metros, com várias voltas e que duram aproximadamente 45 minutos no total.

Os barcos são feitos de fibra de carbono, e devem ser extremamente velozes e manobráveis. Cada vez mais, são investidos em tecnologia e dinheiro para o desenvolvimento dessas máquinas.      Geralmente, essas lanchas pesam em média 390 kg, incluindo 118 kg do motor e tem 6 metros de comprimento por 2 metros de largura. O desenho do casco forma um túnel aerodinâmico como um tipo de asa na plataforma e sob a superfície do casco. Isso ajuda a levantar a lancha e reduz o arrasto, de modo permitindo mais velocidade para a embarcação com menos atrito com a água.



  Embora existam patrocinadores da equipe, o esporte ainda é amador e financiado por uma mistura de investimento privado e patrocinadores comerciais. Outro ponto delicado nessa modalidade é a questão da segurança. Apesar de toda a segurança exigida e respeitada (na maioria das vezes), a motonáutica é um esporte de algo risco e infelizmente acidentes são inevitáveis.
 Formada em 2008, a WPPA é uma organização Com sede em Dubai, Emirados Árabes Unidos, WPPA é dirigido por HE Saif Markhan Al Ketbi, o Presidente do Conselho de Administração, enquanto Dr. Khalid Al Zahed é o seu vice-presidente. O conselho supervisiona a gestão do negócio e seus casos com forte foco nos interesses do esporte e seus stakeholders, melhorando a governança corporativa.


Fonte:f1h2o.com / livresportes.com.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

CORRIDA AÉREA: RED BULL AIR RACE 2016

ASAS INDOMÁVEIS

 O evento Red Bull Air Race World Series, sugiu em 2003, criado pela empresa Red Bull. Trata-se de uma série internacional de corridas aéreas com a participação dos pilotos mais hábeis do mundo, em que os concorrentes devem percorrer um circuito no céu com obstáculos no menor tempo possível. Os pilotos voam individualmente contra o tempo passando por pilões especiais, conhecidos como "air gates".


 As corridas costumam acontecer em aeródromos, mas também acima das cidades, do mar ou das maravilhas naturais. Comumente acompanhadas por shows aéreos. 
O evento atrai multidões e também é transmitido pelo mundo pelos principais canais de televisão.


 Nas corridas, 14 pilotos competem uns contra os outros. O vencedor da corrida é o concorrente que realiza o melhor tempo depois de duas voltas no mesmo circuito. 
 Os pilotos competem em um circuito torcido com cinco grupos de obstáculos especialmente erguidos do pilão do "spinnaker". Voar com atitudes contras as regras ocasionam desqualificação ou acréscimo ao tempo de vôo. Os seis primeiros pilotos de cada etapa do Air Race ganham de 6 a 1 ponto, ganhando o vencedor 6 pontos e o sexto colocado 1 ponto. O piloto que tiver mais pontos no fim da temporada se torna o campeão mundial do Red Bull Air Race. 
O evento teve suas idealizações iniciadas no ano de 2001, depois dos esforços da Red Bull em criar um evento de aviação, cujo objetivo era desafiar alguns dos melhores pilotos do mundo na velocidade, na precisão e na habilidade.
 Com estes critérios, a Red Bull aproximou-se de Péter Besenyei, então campeão por duas vezes do Campeonato Mundial de Acrobacias, procurando usar suas habilidades e sua experiência para adaptar o conceito às situações reais da corrida. Dois anos do planeamento culminaram na primeira Red Bull Air Race que ocorreu em Zeltweg, Áustria em 2003 durante a mostra de AirPower.

  O Brasil faz parte da rota de realização das provas da corrida aérea e na temporada de 2010 participou o piloto brasileiro Adilson Kindlemann, que sofreu um acidente durante os preparativos para a prova a se realizar na Austrália. O avião de competição (um Mx-2) caiu na água, porém o piloto não teve ferimentos graves.
 A prova que seria realizada no circuito de seis quilômetros sobre o Rio Swan não foi realizada. A equipe de resgate levou cerca de 42 segundos para efetuar o socorro, agindo de forma eficaz e rápida.

  Acerca das regras, os pilotos devem passar pelos "air gates" corretamente ao terminar as manobras acrobáticas requeridas. Três tipos diferentes de gates requerem uma maneira específica do cruzamento. Os azuis devem ser cruzadas no vôo nivelado, os vermelhos devem ser cruzadas no "knife-edge" ou no vôo vertical, e nos gates do circuito de acordo com o que seu nome implica. As penalidades são usadas quando há violações das regras, onde serão descontados 10 segundos em cada gate tocado. Serão descontados 3 segundos quando a manobra acrobática estiver errada e quando a passagem pelo gate for incorreta.


Os concorrentes usam aviões acrobáticos high-end tais como Zivko Edge 540X, MXR Technologies MX2, e Extra 300, que são equipados com motores Lycoming. Os concorrentes podem desenvolver aprimoramentos em suas naves, de forma que melhorem seu desempenho, bem como os tempos. 



O calendário disponibilizado até o momento, conta com as seguintes datas:
Abu Dhabi, UAE (Março, 11-12) 
Spielberg, Áustria (Abril, 23-24)
Japan*
Budapest, Hungria (Julho, 16-17) 
Ascot, Grã-Bretanha (Agosto, 13-14) 
Lausitzring, Alemanha (Setembro, 3-4) 
Indianapolis, Indiana, EUA (Outubro, 1-2) 
Las Vegas, Nevada, EUA (Outubro, 15-16)

Fonte: Redbullairrace.com / Wikipédia

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

STOCKCAR: TEMPORADA 2016

STOCKCAR LIBERA CALENDÁRIO 2016

Foi definido o calendário da temporada 2016 da Stock Car. A abertura ocorrerá em Curitiba com a Corrida de Duplas, dia 6 de março, e com encerramento em Interlagos, no dia 11 de dezembro.


A nova temporada traz como novidade a inserção do Circuito dos Cristais, em Curvelo (MG), localizada a 170 quilômetros de Belo Horizonte. Ainda que esteja em obras,o autódromo já está com o traçado e já foi asfaltado. 



É a prova que mais desperta expectativas tanto por parte da organização como para pilotos e equipes. O circuito tem 4.420 metros, 18 curvas, uma reta de 800 metros de extensão e um desnível de 30 metros, trazendo um traçado cheio de subidas, descidas, curvas de velocidades variadas e muitos desafios.
  Londrina, após três anos de ausência retornará ao circuito, da Corrida do Milhão a Interlagos.
Brasília receberá a Stock Car para a décima etapa, no dia 30 de outubro. Murício Slaviero, diretor geral da Vicar afirmou que “Sobre o Autódromo de Brasília, ainda aguardamos a conclusão das obras, mas contamos que isso deve ser finalizado em tempo de receber a Stock Car, apesar de não termos uma posição oficial do Governo do Distrito Federal”,




Ainda, Slaviero, relata que: “Será uma temporada com algumas novidades, como a entrada de Curvelo e o retorno de Londrina. Vamos começar o campeonato mais uma vez com a Corrida de Duplas. A Vicar e as equipes entendem a importância dessa prova e a grande visibilidade que ela traz. Por isso conseguimos viabilizar a realização da corrida, que novamente será a abertura da temporada, dessa vez em Curitiba”.
O autódromo de Interlagos receberá a etapa final da disputa. São Paulo, terá duas etapas da Stock Car, como normalmente acontecia, até o início das reformas no Autódromo José Carlos Pace em 2014.
  


As categorias que compõem os finais de semana de velocidade da Vicar junto do Circuito Schin Stock Car – Campeonato Brasileiro de Turismo, Copa Petrobras de Marcas, Fórmula 3 Brasil e Mercedes-Benz Challenge - continuam fazendo parte dos eventos nos finais de semana da Stock, e terão suas datas e praças divulgadas brevemente.

Confira o Calendário 2016:
1a etapa - 06 de março: Curitiba (PR) Corrida de Duplas
2a etapa - 10 de abril: Velopark (RS)
3a etapa - 22 de maio: Goiânia (GO)
4a etapa - 05 de junho: Santa Cruz do Sul (RS)
5a etapa - 26 de junho: Tarumã (RS)
6a etapa - 17 de julho: Cascavel (PR)
7a etapa - 11 de setembro: Interlagos (SP) Corrida do Milhão
8a etapa - 25 de setembro: Londrina (PR)
9a etapa - 16 de outubro: Goiânia (GO)
10a etapa - 30 de outubro: Brasília (DF)/alternativo
11a etapa - 20 de novembro: Curvelo (MG)
12 etapa - 11 de dezembro: Interlagos (SP)
FONTE: Stockcar / Estadão

SUPERESPORTIVOS ECOLÓGICOS

DESEMPENHO E SUSTENTABILIDADE

Listamos alguns modelos desejados por aficcionados por adrenalina.

 O Cayman E-Volution conta com dois motores elétricos para obter mais de 500CV de potência e anuncia uma autonomia de 500 quilómetros. Utilizando uma tensão de 800V, como indicado na porta, isto permite recarregar 80% na bateria em apenas 15 minutos, o que significa que após este curto espaço de tempo está preparado para cumprir mais 400 quilómetros antes de voltar a ser ligado à tomada. Apesar das características bastante apelativas para um modelo elétrico, aliando elevada potência a uma autonomia alargada e curto tempo de recarga, o Cayman E-Volution não tem produção em série prevista.

 A Honda  apresenta o novo NSX para jornalistas no Japão. O esportivo tem estilo típico da marca, principalmente na dianteira - embora os carros avaliados ostentassem o emblema da subsidiaria Acura.

 As especificações oficiais revelam que o supercarro entregará 573 cavalos, produzidos por um conjunto composto por um motor 3.5 V6 biturbo e outros dois motores elétricos, um em cada eixo, resultando em um sistema de tração integral. Com esta configuração, ele será capaz de alcançar a velocidade máxima de 307 km/h. Ainda não foram confirmados dados como o tempo de aceleração de 0 a 100 km/h, a média de consumo de combustível ou o nível de emissão de dióxido de carbono.

 Escondida em Ängelholm, a sede da Koenigsegg é o berço de alguns dos superesportivos mais potentes do mundo desde 1994. Este ano resolveram ir mais além e lançar um “megacarro”, o Koenigsegg Regera:, que tem quatro motores, 1.510cv, não tem câmbio e mesmo assim chega passa dos 400km/h em 30 segundos.
 Mas é o revolucionário conjunto motriz do Regera o que há de mais impressionante. Chamado de Koenigsegg Direct Drive (KDD), é um sistema de transmissão direta que é formado por três motores elétricos e o V8 5.0 biturbo.
 Um motor elétrico de 210cv conectado na frente do V8 faz as vezes de motor de partida e gerador de energia - a partir do momento que o V8 passa a funcionar, alimentando a bateria de 9kW. Os outros dois motores elétricos de 245cv ficam nas extremidades do eixo traseiro, cada um responsável por uma roda.

 Mercedes Benz SLS AMG Electric Drive,um dos modelos de maior sucesso é o clássico “asa de gaivota”, com quatro motores elétricos (um em cada roda), que distribuem a tração de maneira independente, e um sistema que permite acelerar, frear e virar com mais eficiência que os melhores carros de corrida. Com 740 cavalos de potência (há modelos médios que não precisam de mais de 150), A Mercedes leva cem dias para fabricar cada unidade, por encomenda, e seu preço ronda os 500 mil dólares.

  La Ferrari

 Um dos maiores destaques do Salão de Genebra de 2013, o La Ferrari é o primeiro modelo da marca italiana a adotar o sistema Hy-Kers, um propulsor híbrido inspirado no Kers (sistema de recuperação de energia cinética), da Fórmula 1. O superesportivo tem motor V12, com 800 cv de potência, além do propulsor elétrico que soma mais 163 cv ao supercarro. Isso tudo proporciona uma velocidade máxima de 350 km/h e permite que ele acelere de zero a 100 km/h em menos de 3 segundos.  A produção da La Ferrari será limitada a 499 unidades e segundo a marca, Foi vendido por US$ 3,3 milhões.

 McLaren P1

   P1 foi apresentado ao público no Salão do Automóvel de Genebra, na Suíça, de 2013. O superesportivo, que concorrerá com La Ferrari e Porsche 918, conta com dois motores: um biturbo 3.8 V8 e um elétrico. Essa combinação proporciona espetaculares 918 cv de potência, que permite percorrer de zero a 100 km/h em menos de três segundos e atingir velocidade máxima de 300 km/h. O P1 já começou a receber pedidos de encomendas. Foram vendidas por US$ 1,15 milhão.

 Porsche 918 Spyder

 Algumas histórias são contadas em apenas 6 minutos e 57 segundos. O Porsche 918 Spyder: Híbrido do tipo Porsche. Com um tempo recorde na Nordschleife.
 O propulsor elétrico dianteiro de 156 cv quanto o traseiro de 129 cv são alimentados por baterias de íons de lítio. Eles permitem que o 918 Spyder acelere até 150 km/h sem a intervenção do motor central-traseiro 4.6 V8, de 608 cv. Emitindo um som parecido com o de uma nave, o Porsche consegue percorrer 30 km nesse modo e fazer de 0 a 100 km/h em pouco mais de seis segundos.




Fonte: abril / estadão.com / g1 /hypeness.com / porscheBrasil.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

CARROS HÍBRIDOS EMERGEM NO BRASIL

AUTOMOTORES DE ENERGIA RENOVÁVEL

  O governo federal zerou o Imposto de Importação para automóveis movidos unicamente a eletricidade ou hidrogênio, que tinham alíquota de 35%. A resolução foi publicada pela Câmara de Comércio Exterior (Camex) no Diário Oficial da União.
  A Camex exige autonomia de pelo menos 80 quilômetros com uma carga. Serão beneficiadas unidades importadas, desmontadas ou semidesmontadas. Além disso, os modelos híbridos, que trabalham com propulsor elétrico aliado a outro tradicional a combustão, continuarão com alíquota entre zero e 7%, dependendo da cilindrada e da eficiência energética.
  A novidade agora é ampliação para os híbridos com recarga na tomada. Os modelos híbridos com incentivo fiscal podem levar até 6 pessoas e não podem ultrapassar 3.0 litros do motor a combustão.
  Basicamente, pode-se dividir essa categoria em três: os híbridos plug-in, o híbridos não-plug-in e os elétricos.
 Os carros híbridos plug-in funcionam com motor a combustão e elétrico ao mesmo tempo, podendo ter a bateria carregada via tomada ou por meio da energia que é acumulada durante a frenagem.

 Quando o carregamento acontece exclusivamente por meio da frenagem regenerativa, o veículo é considerado um híbrido não-plug-in. Esses carros funcionam a gasolina ou diesel e o motor elétrico é ativado em baixas velocidades ou em conjunto ao motor comum, reduzindo o gasto de combustível.

 A Fiat está desenvolvendo uma tecnologia híbrida flexível no Brasil que permitirá que os carros da marca possam rodar com gasolina e/ou etanol em qualquer proporção no tanque apoiados por outro motor elétrico. O novo propulsor sairá da fábrica de Betim, em Minas Gerais, assim como um inédito três-cilindros que a montadora colocará em seu novo subcompacto, cujo lançamento deve ocorrer entre o ano de 2016.
   Poucos exemplares estão disponíveis no mercado brasileiro, mas a decisão abre caminho para que outros desembarquem por aqui, com fabricação local ou não. Os carros que emitem pouquíssima ou nenhum poluente, em comparação com os movidos a gasolina ou diesel, mas o preço alto de aquisição ainda é a maior barreira para a popularização.


 Atualmente, apenas um modelo de carro elétrico, o compacto BMW i3, é comercializado no país: ele foi lançado em 2014 por R$ 226 mil.

  Outros carros poderão aparecer no mercado nacional, mas com o enfraquecimento da moeda fica cada vez mais improvável o surgimento maciço dessa tecnologia.





A Toyota lançou comercialmente no ano passado o Mirai, primeiro modelo movido a célula de hidrogênio fabricado em larga escala no mundo, mas a Honda promete apresentar um rival no Salão de Tóquio, que começa ainda nesta terça-feira. A BMW também espera lançar um carro alemão movido a hidrogênio até 2020.










A Tesla Motors é uma empresa norte-americana cujo foco está exclusivamente no desenvolvimento de veículos elétricos. O Model X é o primeiro SUV, um utilitário esportivo, da marca e oferece espaço, luxo e alta performance. Os destaques do modelo elétrico são as portas que se abrem para cima, estilo falcão, os dois motores elétricos que somam 700 cv de potência, na versão superior, o suficiente para ir de 0 a 100 km/h em 3,2 segundos, e a bateria, que permite rodar 442 km com uma só carga. O Tesla Model X deve estar disponível nos EUA a partir do segundo semestre de 2015 e ainda não teve seus preços divulgados – o analista Morgan Stanley acredita que o veículo dificilmente custará menos de US$ 75 mil (cerca de R$ 193 mil).

O Passat GTE é o híbrido plug-in da Volksvagen que traz um motor a combustão de 1.4 litros e 156 cv a gasolina e um motor elétrico de 115 cv. O modelo chega a 100 km/h em oito segundos, um tempo razoável, e a bateria tem autonomia de 50 km quando em modo 100% elétrico. O modelo estará no mercado europeu a partir do segundo semestre nas versões sedã e perua. Os preços devem ir de £ 22 mil a £ 37 mil (cerca de R$ 85 mil a R$ 143 mil).


 O Chevy Volt, da Chevrolet/GM, foi um dos grandes sucessos na categoria de híbridos plug-in. Este ano deve ser lançada sua versão 2.0, que traz mudanças visuais e maior autonomia de bateria. O veículo deve conseguir percorrer até 80 km em modo exclusivamente elétrico (e chega a até 157 km/h) ou 640 km no modo combinado. As baterias utilizadas estão quase 10 kg mais leves e mais compactas. O modelo leva 2,6 segundos para atingir 50 km/h e 8,4 segundos para chegar aos 100 km/h. Os preços ainda não foram anunciados – a versão anterior foi lançada em 2010 custando US$ 41 mil (cerca de R$ 105 mil).
  Na categoria de superesportivos, que é para poucos afortunados e amantes da tecnologia e da esportividade que são verdadeiras obras primas da engenharia automotiva, estes carros na sua maioria possuem três motores, sendo um a combustão e dois elétricos.

  Existem outros modelos de carros híbridos:o sedã FordFusion Hybrid (R$ 142.000), o hatch ToyotaPrius (R$ 116 mil), o Lexus CT200 (lançado em janeiro último, a partir de R$ 134.000), o Mitsubishi Outlander PHEV (R$ 198.990) e o esportivo BMW i8 (lançado em 2014 por R$ 799.950).

Fonte: abril / estadão.com / g1 /hypeness.com / porscheBrasil.